Christina Lemos Bolsonaro bate o martelo sobre presidência do Banco do Brasil 

Bolsonaro bate o martelo sobre presidência do Banco do Brasil 

Assunto será discutido com o ministro da Economia, Paulo Guedes, em reunião às 10h desta segunda-feira (3)

Brandão aceitou convite para assumir cargo

Brandão aceitou convite para assumir cargo

Marcelo Camargo/ Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro bate o martelo nesta segunda-feira (3) sobre a indicação de André Brandão para assumir a presidência do Banco do Brasil. 

O assunto será discutido em reunião com o ministro da Economia, Paulo Guedes, às 10h. 

Neste domingo (2), Bolsonaro afirmou que " a princípio, Brandão seria o nome escolhido, mas que decisão é de Guedes". Bolsonaro jamais foi contra uma indicação Guedes, que continua, mais do que nunca, sendo o seu "posto Ipiranga".    

A nomeação do presidente do Banco do Brasil é prerrogativa constitucional do presidente, mas o indicado precisa ser aprovado em um comitê específico da instituição para tomar posse. Depois da análise do comitê, o nome volta ao Planalto para a publicação no Diário Oficial da União.

Presidência do Banco do Brasil 

Brandão aceitou o convite para presidir a instituição neste sábado (2) e vai substituir Rubem Novaes, que pediu demissão no final de julho. Oficialmente, Novaes alegou motivos pessoais para deixar o cargo.  

O Banco do Brasil disse que a decisão de Novaes foi motivada pelo entendimento de que a companhia "precisa de renovação para enfrentar os momentos futuros de muitas inovações no sistema bancário".

Brandão é o atual presidente do HSBC e, antes de chegar ao banco, o executivo permaneceu mais de dez anos no Citibank. 

Em 2015, Brandão depôs na CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que investigava supostos crimes de evasão de divisas de brasileiros que tinham contas na agência de Genebra, na Suíça, do HSBC. Na época, ele negou que a instituição brasileira tivesse acesso a dados dos correntistas fora do país.

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