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Guerra na Ucrânia unifica terceira via no Brasil, que lança manifesto

Quatro presidenciáveis tomam primeira iniciativa conjunta: uma condenação formal ao conflito no Leste Europeu

Christina Lemos|Do R7

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Situação da Ucrânia uniu os pré-candidatos à Presidência Sergio Moro, João Doria, Simone Tebet e Felipe d'Ávila
Situação da Ucrânia uniu os pré-candidatos à Presidência Sergio Moro, João Doria, Simone Tebet e Felipe d'Ávila

Os pré-candidatos à Presidência Sergio Moro (Podemos), João Doria (PSDB), Simone Tebet (MDB) e Felipe d'Ávila (Novo) lançaram nesta terça-feira (1º) um manifesto conjunto de repúdio ao conflito bélico entre Rússia e Ucrânia. A invasão russa do território vizinho completa hoje seis dias com um cerco à capital, Kiev. "Nós, pré-candidatos à Presidência da República, tornamos público nosso repúdio à invasão da Ucrânia e oferecemos nossa solidariedade ao povo ucraniano", diz o documento. 

É o primeiro posicionamento conjunto dos quatro políticos, que têm dialogado, mas descartam por ora abrir mão de suas candidaturas para unificar a chamada terceira via, corrente que se apresenta como alternativa à polarização entre Bolsonaro e Lula — ambos já se posicionaram sobre a guerra. 


"Pedimos ao governo brasileiro que se posicione e que se una às nações que defendem a soberania da Ucrânia e que buscam a solução pacífica do conflito", declara o quarteto da terceira via. Bolsonaro vem sendo cobrado a expressar uma condenação pública ao conflito, em nome do país.

O presidente, no entanto, já declarou que o Brasil manterá uma posição de neutralidade e associou essa orientação política à dependência do país dos fertilizantes importados da Rússia. Bolsonaro também se considera próximo ao presidente russo, Vladmir Putin, e tem a todo custo evitado condenação direta ao líder russo pela invasão do território ucraniano.

Leia o manifesto de apoio à Ucrânia
Leia o manifesto de apoio à Ucrânia
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