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PSB tem agora três obstáculos para aliança eleitoral ampla

Além de São Paulo, Espírito Santo e Paraíba têm candidatos a governos estaduais que se chocam com possível federação

Christina Lemos|Do R7

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PSB: mais distante de integrar federação partidária
PSB: mais distante de integrar federação partidária

Uma das maiores apostas eleitorais para 2022 enfrenta dois novos embaraços, além do terceiro já previsto: a união entre petistas e socialistas do PSB numa federação partidária que atrairia pelo menos mais duas legendas, PV e PCdoB, esbarra agora em três disputas estaduais.

A principal preocupação para o grupo continua sendo conciliar as duas candidaturas competitivas ao governo de São Paulo: a do petista Fernando Haddad e a do pessebista Márcio França. Um dos novos nós a serem desatados está no Espírito Santo, onde o governador Renato Casagrande, do PSB, que buscará a reeleição, agora tem um concorrente petista, o senador Fabiano Contarato, recém-filiado ao partido.


O terceiro complicador nas relações entre as duas legendas está na Paraíba, onde o governador João Azevedo acaba de confirmar que vai voltar ao PSB, o que afeta as pretensões do petista Ricardo Coutinho de disputar o governo estadual.

O ex-governador Geraldo Alckmin, que segue sem partido, tende a ingressar no PSB para compor chapa como vice ao lado de Lula. O projeto, segundo lideranças das duas legendas, independe da formação de federação entre os partidos — o que obrigaria à verticalização, isto é, à manutenção de alianças coerentes com a federal em todos os estados e também para cargos do Legislativo.

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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