Pix por aproximação: saiba ajustar a segurança com o fim do limite de R$ 500
Veja as orientações de segurança e de configuração dos novos tetos nos aplicativos bancários
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O Banco Central anunciou o fim do limite de R$ 500 para pagamentos por Pix por aproximação. Agora, o valor máximo é definido pelas configurações de segurança e limites da conta de cada cliente, que pode fazer o ajuste diretamente no banco.
Segundo a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), para alterar ou aumentar o limite do Pix, o cliente deve acessar o aplicativo do seu banco, ir à área relativa aos limites do Pix e seguir as instruções.
O limite continuará sendo determinado pelas configurações de segurança e pelos valores estabelecidos para cada cliente.
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O Pix por aproximação permite realizar pagamentos em maquininhas de cartão apenas encostando o celular, sem precisar ler QR codes ou digitar dados.
Assim como os cartões de crédito e débito, é possível fazer um pagamento instantâneo aproximando o celular da maquininha, por meio do aplicativo do banco ou utilizando uma carteira digital oferecida por instituições autorizadas.
Segurança
Como medida de prevenção e segurança, a ABBC (Associação Brasileira de Bancos) orienta que cada cliente estabeleça limites adequados para suas contas e dispositivos, levando em consideração sua rotina e necessidade de uso.
“Essa personalização contribui para ampliar o controle e a segurança das transações, inclusive em situações de perda, roubo ou furto do aparelho”, afirma a associação.
Sob a perspectiva da educação financeira, a entidade reforça a importância de realizar transações sempre dentro da própria capacidade financeira.
Também é recomendável revisar os limites periodicamente pelo aplicativo da instituição financeira, ajustando-os sempre que houver mudanças na rotina ou nas necessidades de uso.
A ABBC destaca que permanecem as funcionalidades de parametrização de limites pelo próprio usuário junto à sua instituição financeira, promovendo uma utilização alinhada às suas preferências e necessidades.
O Banco do Brasil afirma, por meio de nota, que as operações de Pix por aproximação continuam sujeitas aos limites transacionais da conta e aos controles de prevenção a fraudes adotados.
Segundo o BB, a redução ou eliminação de um limite específico para determinada modalidade não representa redução dos mecanismos de proteção.
“As transações permanecem sujeitas aos processos de autenticação, às validações de segurança e à avaliação de risco aplicáveis a cada operação”, acrescenta o banco.
O que muda com a medida
- O Banco Central retirou o limite obrigatório por transação.
- O teto fixo de R$ 500 deixa de existir.
- Agora, o valor máximo é definido pelas configurações de segurança e limites da conta de cada cliente, que podem ser ajustados diretamente no banco.
- O cliente poderá pedir aumento ou redução dos limites.
- Os pagamentos poderão superar R$ 500, desde que estejam dentro dos limites da conta.
- O banco deverá disponibilizar uma ferramenta de gerenciamento no aplicativo.
- As regras gerais de segurança do Pix continuam valendo.
Qual é o limite do Pix?
- Não há limite mínimo de valor por transação.
- O banco pode estabelecer limites máximos para evitar fraude e prevenir lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo.
- Você pode pedir para mudar seu limite. Para reduzir, a mudança é imediata. Para aumentar, o banco tem entre 24 e 48 horas para analisar o pedido.
- Após as 20h, o limite é de R$ 1.000 para pessoa física. O limite e o horário podem ser alterados se você pedir e o banco aprovar.
- Ao pedir o aumento de limite do Pix Automático, se seu banco aprovar, a alteração deve acontecer em até 8 horas.
- Você pode cadastrar contas de confiança para transferências com limite diário diferenciado.
Como ajustar o limite
- A mudança do limite é feita pelo aplicativo da instituição financeira.
- Acessar o aplicativo da instituição.
- Localizar as configurações do Pix.
- Acessar a área de limites ou gerenciamento do Pix por aproximação.
- Pedir o aumento ou a redução do valor permitido.
- Seguir as etapas de autenticação exigidas pelo banco.
Como funciona o Pix por aproximação
O Pix por aproximação utiliza a tecnologia NFC, que permite a comunicação entre o celular e a máquina de pagamento sem a necessidade de digitar dados.
Disponível desde fevereiro de 2025, a modalidade pode ser usada diretamente pelo aplicativo do banco ou por carteiras digitais compatíveis.
Para usar o recurso por meio de uma carteira digital, é necessário primeiro vincular a conta bancária ao serviço.
Como fazer
- Para realizar um pagamento via Pix por aproximação, o cliente precisará cadastrar seu celular por meio de consentimento do Open Finance, podendo escolher a carteira ou banco de preferência para realizar essas transferências.
- O pagador aproxima seu dispositivo (smartphone) do terminal de pagamento habilitado para NFC, a maquininha.
- O terminal reconhece o dispositivo e inicia o processo de pagamento, via Iniciador de Pagamento, à carteira digital.
- O cliente confirma a transação, geralmente por meio de um PIN ou biometria, dependendo do dispositivo utilizado.
- A transação é concluída instantaneamente, como em qualquer operação Pix tradicional.
Como ativar
- Para ativar o Pix por aproximação em uma carteira digital, segundo o BC, é necessário vincular a conta a essa carteira, parecido com o que se faz com os cartões de pagamento.
- No momento da vinculação da conta, o cliente será automaticamente direcionado para a instituição onde tem conta para confirmar a autorização.
- Após a vinculação da conta, no momento do pagamento, basta optar pelo pagamento por Pix, aproximar o celular, revisar se as informações do pagamento estão corretas e confirmar.
Como usar por carteira digital
- Solicite o pagamento via Pix no estabelecimento;
- Aproxime o celular desbloqueado da maquininha;
- Confirme a transação na tela do celular;
- Utilize a proteção cadastrada no aparelho (impressão digital, reconhecimento facial, senha ou chave de segurança).
Histórico
O Pix se tornou o principal meio de pagamento do brasileiro, desde seu lançamento pelo Banco Central, em novembro de 2020.
Recentemente, a ferramenta superou a marca de 8 bilhões de transações em um mês. Segundo dados do Banco Central, o número de operações em agosto atingiu 8,11 bilhões, maior patamar registrado.
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