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Noriega: com despedida de Messi, termina a era dos grandes gênios do futebol

Saída do craque da seleção argentina é o começo do fim da carreira de um dos maiores da história

Espaço Prisma|Maurício Noriega, especial para o R7*

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Despedida de Messi da seleção argentina marca o fim da era dos Grandes Gênios do Futebol.
  • Messi é considerado mais completo e decisivo que Maradona, apesar de suas limitações físicas.
  • Futebol atual exige jogadores mais táticos e físicos, mas Messi se destacou pela genialidade e adaptação.
  • Lamine Yamal é apontado como possível sucessor de Messi no trono do futebol mundial.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Messi superou Maradona. por ser mais completo, mais artilheiro, mais decisivo Rodrigo Valle/Reuters - 06.10.2026

A despedida de Messi da seleção da Argentina marca o começo do fim da era dos Grandes Gênios do Futebol.

Messi é o último representante dessa classe especial. Ele, Maradona, Cruyff, Garrincha. Pelé não vale, porque não existe parâmetro para o Rei do Futebol. Ele é o parâmetro. Houve muitos gênios, como Zidane, Cristiano, Zico, os Ronaldos, Rivellino, Di Stéfano. Grandes gênios são diferentes de gênios.

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Não hesito em cravar que Messi superou Maradona. É mais completo, mais artilheiro, mais decisivo.

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Por que ele é o último grande gênio?

Porque o futebol mudou. Jogadores improváveis como Messi são cada vez mais improváveis. Alguém que se destaque mesmo sem ser o mais alto, o mais forte e o mais versátil. Lembremos que Messi não é um grande cabeceador e não chuta tão bem com os dois pés (um de cada vez, claro), como Pelé.

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Messi encontrou soluções que potencializavam sua capacidade técnica e o protegiam das limitações inevitáveis impostas pelo tempo. Mapeava o campo e os adversários na Copa de 2026 e, quando parecia estar desconectado da partida, aparecia a faísca de genialidade que dava um passe, um chute mortal.

Os craques do presente e do futuro são jogadores mais táticos e físicos. O futebol pede isso. Adaptação ao coletivo, renúncia individual. Messi fez tudo isso nas Copas de 2022 e 2026, sem jamais deixar de ser imprevisível.

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O herdeiro de Messi no trono da bola deve ser o espanhol Lamine Yamal. Mais até do que o francês Mbappé. Yamal é mais genial, tem lances que parecem inventados por ele. Ao mesmo tempo, se adapta às necessidades do futebol atual, ajuda na recomposição, sabe ser arco e flecha.

Não veremos mais Messi nos jogos de seleções. Tomara que ele possa ainda nos brindar com sua arte em partidas de clubes, onde ele quiser jogar.

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Só nos resta agradecer por toda a alegria que nos ofereceu.

Pena que não tenha passado umas férias aqui pelo Brasil na infância e decidido se naturalizar.

*Maurício Noriega é comentarista esportivo da RECORD

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