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Luiz Fara Monteiro
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ANAC oficializa certificação do sistema de parada de emergência em Congonhas

Agência reguladora altera o cadastro do Aeroporto de Congonhas e reconhece o 'EMAS' como opção para implantação do sistema de parada de aeronaves nas áreas de segurança de fim de pista

Luiz Fara Monteiro|Do R7

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EMAS: sistema de emergência para parada de aeronaves
EMAS: sistema de emergência para parada de aeronaves

Agora é oficial!

Pousar e decolar no Aeroporto de Congonhas está mais seguro!

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Após mais de uma década de recomendações feitas pelo Centro de Investigação Nacional de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), o sistema de parada de Aeronaves, conhecido na aviação mundial como Engineered Materials Arresting System (EMAS) ganha a certificação da Agência Nacional de Aviação Civil e da Secretaria Nacional de Aviação Civil.

A ANAC publicou nesta quinta-feira (22) a Lista de Caracteristica de Aeródromos, alterando o cadastro do Aeroporto de Congonhas – SP e reconhecendo o Sistema EMAS como opção para implantação do sistema de parada de aeronaves nas áreas de segurança de fim de pista, ou, Runway End Safety Area (RESA).

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Agora, temos oficialmente no Brasil, o primeiro Aeroporto da América Latina que dispõe desta tecnologia.

"Voei na ponte aérea antes e depois do dramático acidente ocorrido em uma saída de pista sobre a Avenida Washington Luis, e sem sombra de dúvidas a segurança é prioridade número um. Ou melhor, a segurança é o pilar de sustentação do negócio chamado aviação", diz o Comandante, especialista em Segurança de Voo e credenciado em Prevenção de Acidentes Aeronáuticos pelo CENIPA, Paulo Licati.

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Mas o Comandante Licati ressalta a importância de se instalar o dispositivo em outros terminais:

"Espero que o aeroporto Santos Dumont venha ser comtemplado com esta tecnologia. E que a politica e interesses sejam deixados de lado para atender o interesse coletivo", uma referência à disputa ocorrida entre os governos federal e estadual sobre iniciativas para o Santos Dumont e o Galeão.

A obra em Congonhas teve a participação da Infraero Brasil, ANAC - Agência Nacional de Aviação Civil, Secretaria Nacional de Aviação Civil, Ministério da Infraestrutura.

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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