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Luiz Fara Monteiro
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Boeing 747 quase toca cauda na pista em pouso abortado em Los Angeles

Vídeo registrou arremetida do jumbo da Lufthansa no Aeroporto Internacional de Los Angeles (LAX)

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Jumbo da Lufthansa arremete no Aeroporto Internacional de Los Angeles (LAX) Reprodução Airline Videos Live

Um Boeing 747-8 da Lufthansa quase raspou a cauda na pista 24R do Aeroporto Internacional de Los Angeles (LAX) na tarde de sábado (10), depois que uma tentativa de pouso malsucedida obrigou os pilotos a arremeter.

Imagens do canal Airline Videos Live capturaram o momento em que o gigantesco avião quadrimotor da companhia aérea alemã inclinou-se bruscamente para cima no momento da arremetida, com a cauda aparentemente passando bem perto da pista, o que poderia ocasionar um tail strike.

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O jato, de matrícula D-ABYK, havia partido de Frankfurt, na Alemanha, às 11h18 para o voo LH 456.

Apesar da cena incomum, não houve impacto visível da cauda na pista, e o avião conseguiu ganhar altitude normalmente.

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Um tail strike acontece quando a parte traseira inferior de uma aeronave atinge a pista ou o solo durante a decolagem, o pouso ou uma arremetida.

Causas de um toque de cauda (Tail Strike)

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  • Decolagem: puxar o nariz da aeronave para cima muito rapidamente, iniciar a rotação antes da velocidade correta ou ajustar o compensador de profundidade incorretamente.
  • Pousos e arremetidas: manter o nariz da aeronave muito alto durante o flare de pouso, executar uma aproximação instável ou inclinar o nariz muito bruscamente para cima durante uma arremetida em baixa altitude.
  • Fatores externos: ventos cruzados fortes ou rajadas e distribuição de peso da aeronave desequilibrada ou excessiva

Riscos e consequências

  • Danos estruturais: arranhões, amassados ​​ou rupturas profundas podem comprometer a antepara de pressão traseira.
  • Perigos a longo prazo: impactos na cauda, ​​mesmo que pequenos ou mal reparados, podem causar fadiga do metal, levando a falhas catastróficas durante ciclos de pressurização posteriores.
  • Impacto operacional: as aeronaves devem ser imediatamente impedidas de voar para testes não destrutivos (END) detalhados, inspeções visuais e reparos dispendiosos.
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