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Luiz Fara Monteiro

Empresa de Turismo destaca gestão estratégica como resposta à alta de até 20% nas tarifas aéreas

Antecipação de compra, revisão de políticas e uso de dados tornam-se decisivos diante de um cenário de pressão global sobre custos da aviação

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Tecnologia e consultoria especializadas permitem identificar oportunidade tarifária Inframerica

A alta nos custos da aviação deve pressionar o preço das passagens aéreas em até 20% nos próximos meses, impactando diretamente o orçamento de empresas que dependem de viagens corporativas. O alerta é feito pela Maringá Turismo, especialista em gestão de viagens corporativas, que destaca a necessidade de uma abordagem mais estratégica diante da volatilidade do setor.

A empresa tem acompanhado de perto os movimentos econômicos que afetam o mercado, e aponta o aumento do preço do querosene de aviação (QAV), aliado à variação cambial e a ajustes operacionais das companhias aéreas, como os principais vetores desse cenário de instabilidade.


“A pressão de custos no setor aéreo não é pontual, ela reflete uma dinâmica estrutural que exige mais inteligência na gestão de viagens. Empresas que conseguem antecipar decisões, trabalhar com dados e revisar suas políticas de forma contínua tendem a absorver melhor essas variações e trabalhar com eficiência mesmo em cenários adversos”, destaca Fabiano Coelho, Diretor de Vendas e Relacionamento da Maringá Turismo.

De acordo com o executivo, este cenário acompanha uma tendência global. Dados da International Air Transport Association (IATA) indicam que o combustível representa cerca de um terço dos custos operacionais das companhias aéreas em nível global, podendo variar conforme o contexto econômico e geopolítico. No Brasil, esse peso é ainda mais sensível, já que, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), o combustível representa aproximadamente 30% dos custos do setor.


A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABRAC) reforça que a elevação do combustível — impulsionada pela paridade internacional de preços e pela volatilidade do petróleo — tende a gerar impactos relevantes na oferta de voos, abertura de novas rotas e, consequentemente, no preço final das passagens.

“O setor vive um momento de retomada da demanda, com o crescimento consistente tanto da oferta, quanto da procura por voos no Brasil, o que reflete um mercado aquecido e com alta taxa de ocupação. Só que esse cenário cria um descompasso que pressiona ainda mais as tarifas e reduz a previsibilidade para as empresas que dependem de deslocamentos frequentes”, explica Fabiano.


Diante desse contexto, a Maringá Turismo reforça a importância de substituir abordagens reativas por uma gestão estratégica e orientada por dados. “Práticas como análise de comportamento tarifário, revisão estruturada das políticas de viagens e incentivo à antecedência na emissão de bilhetes são fundamentais para mitigar impactos financeiros”, analisa Fabiano Coelho.

Outro ponto importante é o uso de tecnologias de gestão, como plataformas de self-booking, que ampliam o controle e a transparência das operações. “Essas ferramentas permitem maior visibilidade sobre os gastos e apoiam decisões mais ágeis e embasadas, especialmente em cenários de volatilidade”, afirma o executivo.


Transformando planejamento em vantagem competitivaNa prática, o planejamento se consolida como um dos principais instrumentos de controle de custos. Estudos e análises conduzidos pela Maringá Turismo indicam que a antecipação na compra de passagens pode gerar economias relevantes por emissão. Em rotas de alta demanda, por exemplo, a diferença entre compras antecipadas e aquisições de última hora pode ultrapassar dois dígitos percentuais, impactando diretamente o orçamento das empresas.

Além disso, organizações que revisitam suas políticas de viagem ao estabelecer regras claras de antecedência mínima, incentivar boas práticas de compra e promover maior conscientização interna conseguem reduzir desperdícios e aumentar a eficiência da operação.

“A volatilidade tende a permanecer no curto e médio prazo, especialmente por fatores externos como câmbio e combustível. Por isso, o papel da gestão especializada é justamente transformar esse cenário em previsibilidade, identificando oportunidades e trazendo mais controle para as empresas”, acrescenta Fabiano.

A integração entre tecnologia e consultoria especializada permite identificar janelas de oportunidade tarifária que passariam despercebidas em modelos tradicionais de gestão. Com maior governança e visibilidade sobre os dados, as empresas conseguem transformar informações operacionais em inteligência estratégica, otimizando recursos e garantindo maior previsibilidade orçamentária. “A Maringá Turismo tem atuado como parceira estratégica das empresas, apoiando decisões mais assertivas e sustentáveis combinando planejamento, tecnologia e expertise de mercado, contribuindo para que os nossos clientes mantenham sua competitividade e ritmo de negócios, mesmo diante das oscilações do setor aéreo”, conclui o especialista.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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