FAA emite nova diretriz de segurança para o Boeing 737 Max
Falha técnica faz com que o interior das aeronaves atinja superaquecimento

A Administração Federal de Aviação (FAA) emitiu nos últimos dias um novo decreto de segurança para a frota de Boeing 737 Max devido a uma falha técnica que faz com que o interior das aeronaves atinja temperaturas perigosas.
Esse problema surge devido ao desarme de disjuntores que, inadvertidamente, fecham as portas de entrada de ar, impedindo o resfriamento do ar quente do motor antes que ele entre na cabine de comando e na cabine de passageiros.
Para mitigar esse risco, as tripulações de voo agora são obrigadas a seguir listas de verificação de emergência que incluem descer para altitudes mais baixas e reiniciar interruptores elétricos específicos.
Embora esses procedimentos manuais sirvam como uma solução temporária, a Boeing estaria trabalhando em uma solução de engenharia permanente para evitar essas falhas elétricas.
Essas medidas regulatórias foram desencadeadas por múltiplos incidentes em voo, nos quais os pilotos perderam o controle dos sistemas de climatização de bordo.
De acordo com o AD (Aviso Legal), o problema pode ocorrer quando um disjuntor desarmado faz com que as portas de entrada de ar se fechem, o que impede o sistema de ar condicionado de resfriar o ar quente do motor, chamado de ar de sangria.
O alerta se aplica a todas as aeronaves 737 Max 8 e 9 em serviço e orienta as companhias aéreas a revisarem seus manuais de voo existentes com novos procedimentos operacionais caso o circuito seja acionado.
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