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Luiz Fara Monteiro
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Mais três empresas de serviços de ground handling são certificadas

Real Aviation, Tri-Star e VIX são as três novas empresas certificadas pelo Certificação de Regularidade das Empresas em Solo

Luiz Fara Monteiro|Do R7

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ABESATA: certificado de Regularidade das Empresas em Solo
ABESATA: certificado de Regularidade das Empresas em Solo EGOM PR - Divulgação

A Abesata (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares do Transporte Aéreo) concedeu o CRES (Certificado de Regularidade das Empresas em Solo) para mais três empresas do segmento, Tri-Star, Real Aviation e VIX. Lançado em junho do ano passado, o programa de qualidade já analisou e certificou empresas como dnata, Orbital,

Swissport, ProAir, RP e InSolo. O objetivo do selo de qualidade é ajudar operadores de aeroportos e companhias aéreas na hora de contratar serviços de ground handling.

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“Acreditamos que os operadores tenham incentivos suficientes para não serem descuidados com os serviços que contratam de forma a não terem sua operação comprometida”, disse Giovano Palma, Superintendente de Infraestrutura a Aeroportuária da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil). Para ele, a autorregulação do setor de ground handling tem o potencial para ser um parâmetro de referência ao mercado, e que poderá ser um importante selo diferencial de qualidade para o setor.

O programa de certificação é composto por uma matriz com cinco dimensões: Regulatória, Financeira, Operacional, Pessoas e ESG (meio ambiente, social e governança corporativa). A certificação é realizada por uma empresa independente, a Praxian Research Center, com sede na avenida Paulista, em São Paulo.

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O objetivo é trazer benefícios para toda a cadeia aeronáutica. Hoje, as empresas de ground handling no Brasil respondem por 95% das operações em solo, desde limpeza de aeronaves, com foco na sua desinfecção, transporte e atendimento de passageiros, tripulantes, bagagens, check-in, manuseio de carga, canal de inspeção - security - para embarque de passageiros, entre outras modalidades.

A autorregulação, através do CRES, marca a maturidade do setor: “Há a preocupação por parte das empresas em não perderem a Certificação é isso se reverte em uma constante evolução na qualidade dos serviços prestados”, disse Ricardo Miguel, presidente da ABESATA.

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As empresas que desejarem ser certificadas precisarão apresentar uma série de documentos que comprovem condições regulares de operação e uma estrutura saudável, garantindo a segurança de quem contrata, companhia aérea ou aeroporto, além de poder servir de referência para a fiscalização por parte dos órgãos governamentais.

Os critérios de análise envolvem aspectos eliminatórios e outros classificatórios, totalizando uma soma máxima de 100 pontos.

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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