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Luiz Fara Monteiro

MTE debate fim da escala 6x1 no setor da aviação com CEO da LATAM em Brasília

Ministro Luiz Marinho afirmou que proposta prevê jornada de 40 horas semanais e dois dias de folga sem redução salarial

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ministro do Trabalho, Luiz Marinho, se reuniu com CEO da LATAM para discutir redução da jornada de trabalho.
  • A proposta visa mudar a jornada de 44 para 40 horas semanais, mantendo dois dias de folga e sem redução salarial.
  • As mudanças respeitarão negociações coletivas, especialmente para categorias como os aeronautas.
  • Propostas estão em análise na Câmara dos Deputados e podem trazer melhorias nas condições de trabalho sem afetar a economia.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A proposta é de reduzir a jornada de trabalho no ramo da aviação civil Tirzah Braz/MTE

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, se reuniu nesta segunda-feira (18) com o CEO da LATAM Airlines Brasil, Jerome Cadier, para discutir a proposta de redução da jornada de trabalho e o possível fim da escala 6x1 no setor da aviação civil. O encontro aconteceu na sede do Ministério do Trabalho e Emprego, em Brasília.

Durante a reunião, Luiz Marinho afirmou que a proposta do governo busca melhorar as condições de trabalho, principalmente para categorias impactadas por jornadas extensas, sem comprometer o funcionamento dos setores econômicos.


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Segundo o ministro, as mudanças respeitam as negociações coletivas e as regras específicas de cada categoria, como no caso dos aeronautas, que seguem a Lei n.º 13.475.

O ministro explicou ainda que o projeto do Executivo prevê a redução da jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais, com dois dias de folga, preferencialmente aos sábados e domingos, sem redução salarial. A proposta está prevista no Projeto de Lei n.º 1838/26, atualmente em análise na Câmara dos Deputados.


Além do texto enviado pelo governo, o Congresso Nacional também debate a PEC 8/2025, que estabelece o limite de 40 horas semanais para as jornadas de trabalho no país.

Segundo Luiz Marinho, a intenção não é causar instabilidade econômica, mas ampliar a proteção aos trabalhadores. “Não há qualquer razão para querermos tumultuar atividades econômicas, muito pelo contrário”, afirmou o ministro.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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