Um lago para pescar e histórias para contar
O legado familiar de um contato com um lago

Eu lembro até hoje de uma vez em que pesquei sem usar qualquer isca, em outro lago da região de Itu. A vara que eu usei era um bambu com um anzol e uma linha, bem raiz como meu filho costuma dizer.
Eu sempre achei interessante a pesca, mas nunca fui uma praticante depois de adulta. Porém, quando temos filhos, a gente volta no passado e lembra exatamente de como tivemos uma infância feliz.
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E nem preciso dizer que o Rafa teve varas simples e até as mais sofisticadas, a famosa maletinha, as iscas e por aí vai.

O legal mesmo era ficar assim nos finais de semana. Ir até o lago para pescar ou apenas admirar a beleza passou a ser uma rotina.

E voltamos para o mesmo lago. Só que mais velhos e com outros propósitos. É como se fosse um local para recarregar a bateria. Às vezes, temos a companhia de gansos, patos, capivaras...

Mas, o que recompensa mesmo é sentar no banco e recordar: “Mãe, lembra daquela vez que a gente pescou uma piranha e não sabíamos como tirar ela do anzol sem nos machucarmos?”, comentou Rafa.
Essa foi uma das várias lembranças que tivemos ao voltar o local onde passávamos algumas horas.
Já está na hora de arrumar as malas e voltar para a Capital. Bateu aquela tristeza e vontade de ficar mais pouquinho. O bom é saber que sexta-feira está logo aí e o nosso destino será a estrada de novo.
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