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Quarta Instância

Caso Marielle: turma do STF será a mesma que julgou Bolsonaro na trama golpista

Colegiado é composto por magistrados mais punitivistas e rigorosos nos julgamentos, com postura mais dura em matérias criminais

Quarta Instância|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A 1ª Turma do STF iniciará o julgamento dos acusados pelo assassinato da vereadora Marielle Franco, ocorrido em março de 2018.
  • O colegiado é o mesmo que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado e outros crimes.
  • O relator do caso, Alexandre de Moraes, está entre magistrados com postura rigorosa em matérias criminais.
  • O STF decidirá sobre a condenação ou absolvição dos réus e poderá fixar penas, permitindo recurso em ambos os casos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Integrante do colegiado, ministro Alexandre de Moraes é relator dos dois processos no Supremo Marcelo Camargo/Agência Brasil - Arquivo

A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) começa a julgar, nesta terça-feira (24), a ação penal contra cinco acusados de planejar a morte da vereadora Marielle Franco, assassinada em março de 2018, no Rio de Janeiro.

O colegiado é o mesmo que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por tentativa de golpe de Estado e outros quatro crimes, sob a acusação de liderar uma trama para permanecer no poder após as eleições de 2022.


As duas ações têm como relator o ministro Alexandre de Moraes, que faz parte da Primeira Turma.

Além de Moraes, o colegiado é composto por magistrados mais punitivistas e rigorosos nos julgamentos, com postura mais dura em matérias criminais: Cármen Lúcia, Cristiano Zanin e Flávio Dino.


O ministro Luiz Fux deixou a turma após o julgamento de Bolsonaro, devido a divergências entre os ministros.

No caso Marielle, o colegiado recebeu a denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República) contra os acusados em junho de 2024.


São réus:

  • Domingos Brazão, conselheiro do TCE-RJ (Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro);
  • Francisco (Chiquinho) Brazão, ex-deputado federal;
  • Rivaldo Barbosa, delegado e ex-chefe da PCRJ (Polícia Civil do Rio de Janeiro);
  • Ronald Paulo de Alves Pereira, ex-policial; e
  • Robson Calixto Fonseca, ex-assessor de Domingos Brazão no TCE-RJ.

O colegiado vai decidir pela condenação ou pela absolvição dos acusados, com possibilidade de recurso em ambas as hipóteses. Em caso de punição, os ministros também vão fixar as penas pelos crimes reconhecidos.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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