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Quarta Instância

Ministros vão decidir no dia 13 se mantêm prisão de Vorcaro

Segunda turma, composta pelos ministros André Mendonça, Nunes Marques, Gilmar Mendes e Dias Toffoli e Luiz Fux, analisará medida

Quarta Instância|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ministros da Segunda Turma do STF decidirão no dia 13 se mantêm a prisão do banqueiro Daniel Vorcaro.
  • O julgamento ocorrerá de forma virtual, com a possibilidade de pedidos de vista ou destaque para o plenário físico.
  • Vorcaro foi preso em investigação sobre fraudes financeiras, que apresenta quatro núcleos de atuação criminosa.
  • O grupo criminoso utilizava uma estrutura de vigilância e coerção privada para obter informações sigilosas e intimidar críticos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Daniel Vorcaro foi preso nesta quarta-feira por decisão de André Mendonça Reprodução/YouTube TV Lide

Os ministros da Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) vão decidir no próximo dia 13, de forma virtual, se mantêm a prisão do banqueiro Daniel Vorcaro. O julgamento pode ocorrer entre 13 e 20 de março.

A data já havia sido antecipada e confirmada ao R7 por meio de interlocutores da Corte.


Na modalidade virtual, não há discussão, os ministros apresentam os votos de forma online. Se houver pedido de vista, o julgamento será suspenso. E, se os ministros pedirem destaque, o caso será levado ao plenário presencial.

Fazem parte da segunda turma os ministros André Mendonça, Nunes Marques, Gilmar Mendes e Dias Toffoli e Luiz Fux. Toffoli era relator do caso e foi afastado da relatoria após a PF encontrar mensagens dele com o banqueiro.


Menos de um mês após ser designado como novo relator do caso do Banco Master, o ministro André Mendonça tomou a primeira decisão no processo: determinar a nova prisão do banqueiro, nesta quarta-feira (4).

Vorcaro foi preso em São Paulo em uma investigação que apura um esquema bilionário de fraudes financeiras.


A PF (Polícia Federal) apontou que o esquema investigado apresenta quatro núcleos principais de atuação:

  • Núcleo financeiro, responsável pela estruturação das fraudes contra o sistema financeiro;
  • Núcleo de corrupção institucional, voltado à cooptação de servidores públicos do Banco Central;
  • Núcleo de ocultação patrimonial e lavagem de dinheiro, com utilização de empresas interpostas;
  • Núcleo de intimidação e obstrução de justiça, responsável pelo monitoramento ilegal de adversários, jornalistas e autoridades.

As investigações também apontam que o grupo criminoso mantinha estrutura de vigilância e coerção privada, denominada “A Turma”, destinada à obtenção ilegal de informações sigilosas e à intimidação de críticos do conglomerado financeiro.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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