A ‘correção pedagógica’ aos deputados que participaram do motim na Câmara
Parlamentares ocuparam a Mesa Diretora da Casa em agosto de 2025 e, assim, impediram o fluxo de votações
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Durante sessão do Conselho de Ética nessa terça-feira (3), o líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), trouxe à tona uma conversa que teve com o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), sobre a punição aos três deputados que participaram do motim na Câmara em agosto de 2025.
Cavalcante relatou ter dito a Motta que a “correção pedagógica” aos parlamentares já seria o próprio processo no Conselho — o qual, na avaliação do líder, está sendo muito extenso.
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Além disso, o processo não estaria punindo apenas os deputados envolvidos na ocupação da Mesa, mas também o presidente do conselho, o relator, as testemunhas de defesa e os assessores parlamentares.
Entenda
Em setembro do ano passado, a Câmara pediu a suspensão dos mandatos de três deputados que participaram dos atos em prol da anistia aos envolvidos no 8 de Janeiro: Marcel van Hattem (Novo-RS), Zé Trovão (PL-SC) e Marcos Pollon (PL-MS).
Em 24 de novembro, o conselho iniciou a oitiva das testemunhas indicadas pelos parlamentares — etapa que deve ser concluída na próxima semana. Na sequência, o relator, deputado federal Moses Rodrigues (União-CE), terá dez dias para elaborar seu parecer.
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