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Ausência de governistas marca primeiro dia de sala secreta da CPMI do INSS

Aliados do Planalto escalaram assessores para buscar dados de Vorcaro, sem ir presencialmente ao local; oposição foi maioria

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Primeiro dia de acesso à sala secreta da CPMI do INSS teve ausência de parlamentares governistas.
  • Aliados do Planalto optaram por enviar assessores, colocando-se em risco de ficarem de fora das decisões.
  • Oposição, liderada pelo senador Izalci Lulcas, marcou presença e destacou a quantidade de documentos a serem analisados.
  • A sala possui regras rígidas de segurança, como proibição de celulares e vigilância por câmeras.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Parlamentares da CPMI têm acesso à sala secreta, mas governistas não foram ao local no 1º dia Geraldo Magela/Agência Senado - 12.03.2026

A ausência de parlamentares governistas marcou o primeiro dia de acesso à sala secreta que guarda documentos do banqueiro Daniel Vorcaro no Senado.

O acesso às informações, com a quebra de sigilo do dono do Banco Master, foi liberado a parlamentares e pessoas autorizadas pela CPMI do INSS, mas nenhum deputado ou senador da base governista foi ao local na sexta-feira (13).

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Nomes aliados ao Planalto optaram por escalar assessores, apesar do risco de que fiquem de fora caso haja alguma ofensiva da oposição.

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A sala comporta até sete pessoas, e parlamentares têm prioridade. Se forem maioria, oposicionistas podem retirar algum funcionário de gabinete.

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A situação chegou a ser registrada no início da manhã de sexta. Ao chegarem na sala, o senador Sergio Moro (União-PR) e o deputado Evair Melo (PP-ES) usaram a prerrogativa, e assessores que atuam junto ao governo acabaram tendo que esperar do lado de fora.

O líder da oposição no Congresso, senador Izalci Lulcas (PL-DF), também foi ao local para avaliar documentos. Ele e os demais parlamentares foram unânimes ao considerar que há um grande volume de dados, com dificuldade de análise dentro da sala secreta.

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A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) também foi ao local e planeja passar o sábado (14) no Senado, assim como a deputada Bia Kicis (PL-DF).

O local fica no subsolo de uma das alas do Senado e segue regras específicas de segurança. Câmeras registram o ambiente da sala por 24 horas. A entrada com celulares é proibida, e registros só podem ser feitos com papel e caneta.

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