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A estratégia do PT para eleger mais senadores em 2026

Entre as ações planejadas, estão focar em estados menores e utilizar ‘figuras conhecidas’

R7 Planalto|Ana Isabel Mansur, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O PT planeja aumentar sua bancada de senadores na próxima legislatura, focando em estados menores.
  • 54 senadores serão eleitos, e a base aliada de Lula na Câmara dos Deputados conta atualmente com 38 votos fiéis.
  • Candidatos conhecidos estão sendo selecionados, como Paulo Mourão no Tocantins e Jorge Viana no Acre.
  • Em estados como Santa Catarina e São Paulo, o partido apostará em figuras famosas para aumentar suas chances eleitorais.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Base aliada de Lula na Casa tem hoje 38 votos 'fiéis'; desses, 28 estão em fim de mandato Marcelo Camargo/Agência Brasil - 08.01.2026

O PT traçou uma estratégia para aumentar o tamanho da bancada de senadores aliados no Senado na próxima legislatura. As tratativas incluem focar em estados menores e usar “figuras conhecidas”.

Neste ano, 54 senadores serão eleitos — ou seja, os brasileiros terão de escolher dois candidatos nas urnas. Atualmente, a base aliada de Lula na Casa tem 38 votos “fiéis” e, desses, 28 estão em fim de mandato.


O cálculo dos estados vale para, entre outros, Acre, Amapá, Tocantins, Sergipe e Rio Grande do Norte. Nesses locais, pela menor quantidade de eleitores, são necessários menos votos para vencer a disputa ao Senado. A corrida para a Casa é majoritária, isto é, ganha quem conquistar a maior quantidade de cidadãos.

Em Tocantins, o martelo ainda não foi batido, mas o pré-candidato do PT ao Senado é o ex-deputado Paulo Mourão.


No Acre, o presidente da Apex, Jorge Viana, tentará voltar ao Senado. Ele foi senador de 2011 a 2019. No Amapá, a expectativa é de que o senador Randolfe Rodrigues busque a reeleição.

O mesmo cenário deve ocorrer em Sergipe, com o senador Rogério Carvalho. No Rio Grande do Norte, a previsão é de que a atual governadora, Fátima Bezerra, represente o PT nas urnas para o Senado.


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Em unidades federativas como Santa Catarina, Distrito Federal e São Paulo, a estratégia do partido deve envolver “rostos famosos”. Na capital do país, o nome do PT deve ser o de Erika Kokay, deputada federal desde 2011 e uma das mais conhecidas petistas do DF.

Em SC, a aposta é o presidente do Sebrae, Décio Lima, que chegou ao segundo turno para o governo do estado em 2022. O feito foi inédito para o PT em Santa Catarina, reduto tradicionalmente conservador. Lima já foi deputado federal por três mandatos e duas vezes prefeito de Blumenau.


No estado mais rico do país, as principais opções para o Senado incluem ministros de Lula — Marina Silva, Simone Tebet e Fernando Haddad. No entanto, ainda não definições para São Paulo.

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