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Auditoria da CGU aponta sobrepreço milionário em obra da Codevasf na Serra da Canastra

Valor excedente pode chegar a R$ 12,3 milhões, representando 25,4% acima dos parâmetros públicos

R7 Planalto|Armando Holanda, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Auditoria da CGU revela sobrepreço em contrato da Codevasf para obras na Serra da Canastra.
  • Valor excedente pode chegar a R$ 12,3 milhões, 25,4% acima dos padrões públicos.
  • A Codevasf já pagou cerca de R$ 9,4 milhões, com apenas 15,89% dos serviços executados.
  • Estatal contesta as conclusões, alegando peculiaridades da obra no parque nacional.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Fachada da CGU
CGU encontrou indícios de superfaturamento em contrato Kenzo Suzuki/Ascom/CGU

Uma auditoria da CGU (Controladoria-Geral da União) identificou indícios de sobrepreço em um contrato da Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba) para obras de acesso ao Parque Nacional da Serra da Canastra, em Minas Gerais.

Segundo o órgão de controle, o valor excedente pode chegar a R$ 12,3 milhões, o equivalente a 25,4% acima dos parâmetros de referência utilizados pela administração pública.


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No relatório, os auditores afirmam que “constatou-se a ocorrência de sobrepreço no contrato firmado no montante de R$ 12.345.156,32”, além da identificação de “superfaturamento de R$ 1.000.358,55” relacionado a pagamentos já realizados no âmbito do contrato.

A obra tem valor contratado de R$ 57,1 milhões, embora o custo estimado inicialmente fosse de R$ 63,4 milhões. Até a paralisação do empreendimento, em março de 2025, apenas 15,89% dos serviços haviam sido executados, com cerca de R$ 9,4 milhões já pagos.


A Codevasf contestou as conclusões da auditoria. Em manifestação encaminhada ao órgão de controle, a estatal argumentou que a obra possui características específicas por estar localizada dentro de um parque nacional e que “a comparação dos custos deve considerar as premissas executivas e as peculiaridades geográficas e ambientais da obra”.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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