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Caminhoneiros aguardam reação do governo para decidir greve

Deputado Zé Trovão (PL - SC) confirma paralisação se não houver resposta de ministério; veja as reivindicações

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Caminhoneiros planejam greve caso o governo não negocie reivindicações sobre o piso mínimo do frete.
  • Deputado Zé Trovão confirmou o plano de paralisação e espera resposta do Ministério dos Transportes.
  • Reivindicações incluem fiscalização do pagamento do vale-pedágio e fim da cobrança dupla de seguro de carga.
  • Zé Trovão destaca que o foco deve ser o preço do frete, não dos combustíveis, que também impactam o custo final dos produtos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Caminhoneiros podem entrar em greve caso não consigam mudanças ligadas ao frete Marcelo Camargo/Agência Brasil

Caminhoneiros trabalham com o plano de uma greve geral para garantir o piso mínimo do frete. A promessa é parar a circulação de cargas caso o governo não convoque representantes para uma negociação.

O plano foi confirmado pelo deputado Zé Trovão (PL-SC) ao R7 Planalto. Ele conta que representantes fizeram um pedido para melhorar a condição de trabalho junto ao Ministério dos Transportes e aguardam um retorno. “Caso o ministério não responda, vai iniciar uma paralisação”, alerta.


O deputado também defende mudanças no frete de cargas. Para ele, o reajuste garante melhores condições aos caminhoneiros e blinda a categoria contra as oscilações no preço dos combustíveis.

“O que foi enviado para o governo são os problemas que precisam ser resolvidos. Fiscalização do piso mínimo de crédito, fiscalização do pagamento do vale-pedágio. E eu pedi para incluir, também, o término da cobrança dupla de seguro de carga”, elenca.


Questionado sobre o impacto do diesel, o parlamentar defendeu que a demanda relacionada a combustíveis fique fora da mobilização. “O caminhoneiro não pode tratar preço de combustível, o caminhoneiro tem que tratar o preço do frete. O combustível pode custar R$ 30, se o frete acompanhar”, observa.

Por outro lado, Zé Trovão pondera que a alta do insumo impacta o valor final das mercadorias. “Se o diesel fica caro, o frete fica caro, a comida fica cara.”

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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