Comissão libera Sarrubbo e duas ex-servidoras da Justiça a voltar a advogar sem quarentena
Apesar disso, colegiado fez série de recomendações aos três, como forma de afastar problemas por eventuais conflitos de interesses
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A Comissão de Ética Pública da Presidência da República autorizou Mario Luiz Sarrubbo, ex-secretário da Senajus (Secretaria Nacional de Segurança Pública) do Ministério da Justiça e Segurança Pública, a voltar a advogar sem passar por quarentena — período em que ex-servidores precisam ficar afastados, em virtude do acesso a informações sensíveis e privilegiadas em cargos do governo.
Assim como Sarrubbo, duas ex-servidoras que atuaram durante a gestão de Ricardo Lewandowski na pasta pediram liberação da quarentena para voltarem a advogar: Ana Maria Alvarenga, ex-chefe de Gabinete do ex-ministro, e Lílian Cintra de Melo, ex-secretária Nacional de Direitos Digitais da pasta.
Apesar disso, a comissão fez uma série de recomendações aos três.
Confira algumas delas:
- Por um período de seis meses, não atuar em casos que envolvam o Ministério da Justiça e Segurança Pública ou órgãos vinculadas à pasta, como secretarias, agências ou conselhos;
- Não atuar em casos que envolvam matérias discutidas durante o período em que estavam no ministério;
- Não defender interesses privados em matérias específicas de competência da pasta ou de órgãos ligados a ela.
Em janeiro, o R7 Planalto revelou que a Comissão de Ética também liberou Lewandowski a voltar a advogar, mas sob uma série de restrições.
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