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Comissão libera Sarrubbo e duas ex-servidoras da Justiça a voltar a advogar sem quarentena

Apesar disso, colegiado fez série de recomendações aos três, como forma de afastar problemas por eventuais conflitos de interesses

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Comissão de Ética Pública autorizou Mário Sarrubbo a voltar a advogar sem quarentena.
  • Duas ex-servidoras da Justiça, Ana Maria Alvarenga e Líliam Cintra de Melo, também receberam a mesma autorização.
  • A Comissão fez recomendações ao trio sobre sua atuação profissional após a liberação.
  • Em janeiro, Ricardo Lewandowski também foi liberado a advogar, mas com restrições.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Mario Sarrubbo deixou ministério após saída de Ricardo Lewandowski, no começo deste ano Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil - Arquivo

A Comissão de Ética Pública da Presidência da República autorizou Mario Luiz Sarrubbo, ex-secretário da Senajus (Secretaria Nacional de Segurança Pública) do Ministério da Justiça e Segurança Pública, a voltar a advogar sem passar por quarentena — período em que ex-servidores precisam ficar afastados, em virtude do acesso a informações sensíveis e privilegiadas em cargos do governo.

Assim como Sarrubbo, duas ex-servidoras que atuaram durante a gestão de Ricardo Lewandowski na pasta pediram liberação da quarentena para voltarem a advogar: Ana Maria Alvarenga, ex-chefe de Gabinete do ex-ministro, e Lílian Cintra de Melo, ex-secretária Nacional de Direitos Digitais da pasta.


Apesar disso, a comissão fez uma série de recomendações aos três.

Confira algumas delas:


  • Por um período de seis meses, não atuar em casos que envolvam o Ministério da Justiça e Segurança Pública ou órgãos vinculadas à pasta, como secretarias, agências ou conselhos;
  • Não atuar em casos que envolvam matérias discutidas durante o período em que estavam no ministério;
  • Não defender interesses privados em matérias específicas de competência da pasta ou de órgãos ligados a ela.

Em janeiro, o R7 Planalto revelou que a Comissão de Ética também liberou Lewandowski a voltar a advogar, mas sob uma série de restrições.

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