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Governo quer acelerar votação da 6x1 e prepara pedido para adiantar análise de senadores

Líder do PT coleta assinaturas para antecipar pauta, mas enfrenta resistência da oposição; Alcolumbre indica que há tempo até 2º turno

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O governo busca acelerar a votação da PEC que elimina a escala 6x1 no Senado, coletando assinaturas para um calendário especial.
  • A proposta é que o texto seja votado na próxima semana, antecipando debates, mas enfrenta resistência da oposição.
  • Sem o calendário especial, são necessárias cinco sessões de discussão antes da primeira votação e três antes da segunda.
  • Oposição não pretende assinar o pedido de aceleração, preocupada com possíveis efeitos eleitorais favoráveis ao presidente Lula.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Líder do PT anunciou pedido para antecipar votação da 6x1 Ton Molina/Agência Senado - 06.10.2026

O governo quer acelerar a votação da PEC que prevê o fim da escala 6x1 no plenário do Senado e iniciou a coleta de assinaturas para pleitear um calendário especial de tramitação da proposta antes do segundo turno.

A ideia de aliados do Planalto é de que o texto entre na pauta de votação na próxima semana, antecipando a parte de debates. Por ser uma PEC, o texto precisa passar por duas votações, seguidas por discussões entre parlamentares.

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Sem o calendário especial, os senadores precisam cumprir cinco sessões de discussão antes da primeira votação e outras três antes da segunda. O pedido para encurtar esse prazo será apresentado na quinta-feira (8).

A ideia é antecipar a votação da proposta, de olho em uma eventual aprovação já na próxima semana. O plano, contudo, enfrenta resistência de oposicionistas, que defendem que a PEC siga o rito tradicional. Reuniões internas dessa ala do Congresso consolidaram a posição de manter o calendário previsto no regimento.

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Nesse cenário, a segunda votação da PEC pode ficar para depois do segundo turno das eleições, abrindo espaço para eventuais mudanças no texto.

Sob reserva, oposicionistas confirmam que não pretendem assinar o pedido para acelerar a votação e questionam a possibilidade de a medida produzir um efeito eleitoral favorável ao presidente Lula.

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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