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Mais de 5.000 páginas e Lulinha sob análise: o que se sabe do relatório da CPMI do INSS

Relator tem prometido ‘não poupar ninguém’ e trabalha com lista de indiciados; filho de Lula ainda é incógnita

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Relatório da CPMI do INSS, com mais de 5.000 páginas, está sendo preparado pelo deputado Alfredo Gaspar.
  • Documentos incluirão uma lista de indiciados, destacando fraudes em empréstimos consignados.
  • Lulinha, filho do presidente Lula, deve ser citado no documento, mas não se sabe se na condição de indiciado.
  • Leitura do relatório deve ocorrer na próxima quarta-feira, com risco de não aprovação.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Se não for prorrogada, CPMI vota relatório na próxima quinta-feira (26) Waldemir Barreto/Agência Senado - 19.03.2026

Um relatório técnico que “não poupe ninguém”, mas apresente indiciados apenas se houver provas: esta é a promessa do relator da CPMI do INSS, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), para o documento que sintetiza a investigação ligada ao instituto.

A peça está sendo elaborada com uma equipe técnica e conta com mais de 5.000 páginas. Um dos destaques será o trecho voltado às fraudes por empréstimos consignados.


O relatório também vai propor uma lista de indiciados — com a relação de pessoas consideradas culpadas. O nome de Antônio Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, e de presidentes de associações ligadas a aposentados estão no documento.

Segundo apurou o R7 Planalto, o relator organizou todos os nomes que passaram pela comissão e tem cruzado informações para avaliar se existem provas suficientes para pedir indiciamento.


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Isso coloca em xeque a possibilidade de que Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, seja considerado culpado. O entorno de Gaspar defende que o filho do presidente Lula também seja indiciado, mas faltam evidências na comissão.

Lulinha não prestou depoimento e os dados da quebra de sigilo não chegaram ao colegiado. Parlamentares aprovaram o acesso a informações bancárias detalhadas do filho do presidente, mas a medida foi considerada invasiva pelo ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal).


Sem provas, a peça deve apenas narrar informações ligadas a ele, sem propor o indiciamento. Gaspar trabalhará no material durante o fim de semana e, caso a CPMI não seja prorrogada, fará a leitura do texto na próxima quarta-feira (25), com votação no dia seguinte.

Nos bastidores, há a avaliação de que o texto final pode não ser aprovado. Um relatório alternativo também está sendo elaborado por governistas.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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