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‘Manobra’: como a cúpula do PT reagiu à quebra de sigilo bancário do filho de Lula

PT vê manobra eleitoral na decisão da CPMI do INSS e acusa oposição de usar comissão para atingir Lula; base recorrerá a Alcolumbre

R7 Planalto|Armando Holanda, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • PT considera quebra de sigilo de Fábio Luíis, filho de Lula, uma manobra política.
  • Decisão da CPMI do INSS é vista como tentativa da oposição de ganhar projeção eleitoral.
  • Deputado Rogério Correia critica a medida como "jogada suja" sem apuração prévia.
  • Requerimento para a quebra foi feito sem diálogo com a base governista, gerando tensões na comissão.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Correio do Povo

Lideranças do PT ouvidas pelo R7 Planalto classificaram como manobra política a decisão da CPMI do INSS de aprovar, nesta quinta-feira (26), a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.

Para integrantes do partido, a comissão tem utilizado os trabalhos como vitrine eleitoral. “Estão transformando a CPMI em palco para ganhar projeção em uma disputa que não será simples. A intenção é atingir o presidente Lula”, afirmou um petista, sob reserva.


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O deputado federal Rogério Correia (PT-MG), que se envolveu em um tumulto após a votação, também criticou a medida. Segundo ele, trata-se de uma “jogada suja”, já que não havia apuração prévia envolvendo o filho do presidente.

Parlamentares da sigla também afirmam que a iniciativa partiu de setores da oposição e que o requerimento foi incluído na pauta sem diálogo prévio com a base governista, o que teria acirrado os ânimos no colegiado durante a sessão.


Ao R7 Planalto, membros da base governista sinalizaram que recorrerão ao presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), para que seja cancelado o requerimento que aprova a quebra de sigilo de Lulinha.

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