Mulheres de militares e condenados do 8/1 ficam de fora do Congresso
Mariana Naime, Cida Villas Bôas e Rebeca Ramagem, que está nos EUA, não venceram a eleição
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As candidaturas impulsionadas por mulheres de militares ou de condenados pelo 8 de Janeiro não prosperaram, e o saldo eleitoral de 2026 as deixou de fora do Congresso.
Mariana Naime (PL), que concorria a deputada federal, foi a mulher mais votada no Distrito Federal, com 67.218 votos, mas não ocupará uma cadeira na Câmara pela soma final de votos de outros partidos.
Ela é casada com o coronel da Polícia Militar Jorge Eduardo Naime, condenado a 16 anos de prisão por omissão nos atos golpistas.
Outra candidata à Câmara pelo DF que não foi eleita é Cida Villas Bôas (Novo), esposa do ex-comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas. Ela chegou a visitar o quartel militar em Brasília durante os acampamentos que antecederam o 8 de Janeiro.
Rebeca Ramagem lançou candidatura pelo PL no Rio de Janeiro mesmo estando nos Estados Unidos. Esposa de Alexandre Ramagem, ex-deputado e ex-presidente da Abin (Agência Brasileira de Inteligência), ela encabeçou uma campanha remota e recebeu 50.115 votos, mas também ficou de fora da Câmara.
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