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Novo deve lançar candidato próprio à Presidência da Câmara e descarta apoio a Motta

Deputado Gilson Marques afirma que rejeição à reeleição do atual presidente é unânime no partido, mas candidatura ainda não foi definida

R7 Planalto|Amanda Garcia, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O partido Novo pretende lançar um candidato próprio à Presidência da Câmara dos Deputados para disputar com Hugo Motta em 2027.
  • Deputado Gilson Marques confirmou que o Novo não apoiará a reeleição de Motta, posição unânime no partido.
  • A Federação Brasil da Esperança, com PT, PCdoB e PV, anunciou apoio à reeleição de Motta, ampliando sua aliança com partidos de centro.
  • O PL, partido de Flávio Bolsonaro, ainda não formalizou apoio e avalia disputar o comando da Câmara.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Motta
O presidente da Câmara, Hugo Motta, articula para se reeleger em 2027 Bruno Spada/Câmara dos Deputados - 27.10.2026

O partido Novo deve lançar um candidato próprio à Presidência da Câmara dos Deputados para disputar o comando da Casa com Hugo Motta (Republicanos-PB) em fevereiro de 2027.

A possibilidade foi confirmada pelo deputado Gilson Marques (Novo-SC), que descartou qualquer acordo para apoiar a reeleição do atual presidente.

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“Em nenhuma hipótese o Novo apoiará o Motta”, afirmou o parlamentar. Segundo ele, a posição é unânime dentro da legenda, embora ainda não tenha sido tomada uma decisão sobre o lançamento de uma candidatura própria.

“Provavelmente, sim. Mas ainda não deliberamos sobre isso. Mas é unânime que não apoiaremos o Motta”, disse Marques, ao ser questionado sobre os planos do partido.

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Motta tem articulado apoios de partidos para consolidar sua reeleição. O presidente da Câmara antecipou as movimentações ainda durante a campanha presidencial, diante das incertezas sobre a composição política da próxima legislatura.

Na terça-feira (27), a Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, anunciou apoio à recondução de Motta.

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A decisão foi tomada por unanimidade e amplia a aliança do deputado com partidos de centro, entre eles PSD, MDB, União Brasil, PP, Podemos e Republicanos.

A federação, que terá 88 deputados na próxima legislatura, justificou a adesão pela necessidade de construir uma base parlamentar capaz de garantir a votação de propostas do novo governo Lula.

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Apoio da maioria

Com o apoio da esquerda e de partidos do Centrão, Motta reúne adesões de legendas que, somadas, terão mais da metade das 513 cadeiras da Câmara. A eleição, porém, é secreta, e o apoio das direções partidárias não garante os votos de todos os deputados.

Além do Novo, entre as siglas que não formalizaram apoio à reeleição, estão o PL e o Psol.

O PL, partido de Flávio Bolsonaro, terá a maior bancada da Câmara a partir de fevereiro e também avalia disputar o comando da Casa.

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