O plano B de Lula para destravar a rixa nas eleições do Maranhão
Presidente avalia apoiar uma terceira via na disputa pelo governo do estado para escapar de pressão de aliado
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O presidente Lula tentou colocar em prática um “plano B” para resolver a disputa pelo governo do Maranhão. O estado é cenário de um embate entre o governador Carlos Brandão (sem partido) e o vice, Felipe Camarão (PT).
A movimentação ocorre porque um suposto acordo entre Brandão e o seu vice previa que o atual governador deixasse o comando do Executivo estadual até abril para disputar o Senado. Pelo acerto, Camarão assumiria o governo e teria o apoio de Brandão para concorrer ao Palácio dos Leões.
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No entanto, Brandão decidiu não concorrer ao Senado, permanecer à frente do governo e apoiar outro nome como seu candidato: o do sobrinho, Orleans Brandão.
A divisão entre eles resvala no governo federal — Brandão é apoiado por Geraldo Alckmin, vice-presidente de Lula, enquanto Camarão, por sua vez, tem o apoio de Flávio Dino, ex-governador do estado e atual ministro do STF.
Para não desagradar nem ao vice nem a Dino, Lula tentou recorrer a um terceiro nome: o de André Fufuca, ministro do Esporte, para disputar o pleito maranhense.
Fufuca, até o momento, é candidato ao Senado, mas deixa claro que está à disposição do presidente e que “vai concorrer ao que for mais adequado ao projeto de país”. Porém, segundo aliados do ministro, Brandão não aceitou a proposta de Lula e diz que seguirá no governo até o fim do mandato.
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