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O que motivou o adiamento do acordo Mercosul-UE no Congresso

Pedido por mais tempo de análise partiu de aliado do governo federal e contrariou expectativa de comissão do Parlasul

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A votação do acordo Mercosul-União Europeia foi adiada a pedido de um deputado próximo ao governo.
  • Renildo Calheiros solicitou mais tempo para análise, visando debater os impactos do tratado na indústria brasileira.
  • O deputado defende o acordo, mas argumenta que é necessário garantir a competitividade da indústria a longo prazo.
  • O adiamento frustrou as expectativas da cúpula do Parlasul, que tentou, sem sucesso, que o pedido de vista fosse retirado.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Em atenção à indústria, Renildo Calheiros (PCdoB-PE) pediu mais tempo para analisar acordo comercial Saulo Cruz/Agência Senado - 10.02.2026

A primeira votação do acordo entre o Mercosul e a União Europeia no Congresso, prevista para terça-feira (10) na comissão do Parlasul, foi adiada após pedido de um deputado próximo ao governo.

Renildo Calheiros (PE), que atuou em 2025 como líder do PCdoB na Câmara, pediu mais tempo para análise do tratado comercial, por considerar que a mudança pode impactar a indústria brasileira.


Ao R7, Calheiros disse defender o acordo, mas considerar que faltam debates para permitir a adaptação de setores afetados. A ideia é de que o adiamento favoreça conversas, mesmo que iniciais, para o ramo industrial.

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Na avaliação do deputado, o fim de tarifas a europeus pode afetar a produção de máquinas e de outras tecnologias brasileiras. Para frear esses impactos, ele defende um plano que garanta interesses e incentivos do setor a médio prazo, de forma que a indústria se mantenha competitiva quando o acordo estiver em vigor.


O parlamentar acrescentou que vai se posicionar a favor do tratado na nova data de análise, marcada para 24 de fevereiro, mas que pretende apresentar um voto separado, com considerações de representantes da indústria.

A posição de Renildo frustrou as previsões da cúpula do Parlasul, que chegou a fazer um apelo para que ele retirasse o pedido de vista — sem sucesso. Sob reserva, eles consideraram que o posicionamento seguiu as possibilidades do regimento, mas o definiram como uma forma de “mandar um recado” ao governo.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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