Oito em cada dez recém-graduados estão trabalhando; dois terços na área de formação
Dados são de pesquisa IASE 2026; indicador mostrou renda maior depois de formado do que quando os estudantes ingressaram
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Cerca de 15 meses após a formatura, oito em cada dez recém-graduados estão trabalhando (85,2%), sendo dois terços na área de formação. Entre os que informaram a renda nos dois momentos, o valor declarado aumentou 81,9% depois de formado, em comparação com quando o estudante se matriculou no curso, passando do valor médio de R$ 3.129 para R$ 5.693.
Os dados são do IASE 2026 (Indicador da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior com a Sumplicity de Empregabilidade). A pesquisa ouviu 10.317 egressos e 99 instituições de educação superior em todo o país.
Na série histórica do IASE, a taxa de empregabilidade passou de 68,6%, em 2022, para 85,2%, em 2026, totalizando um avanço de 16,6 pontos percentuais. O indicador cresceu de forma contínua até 2025, quando atingiu 85,5%, e permaneceu praticamente estável nesta edição, com recuo de 0,3 ponto percentual. A comparação considera diferentes amostras em cada edição.
Segundo Janguiê Diniz, diretor-presidente da ABMES, os resultados mostram que o diploma continua fazendo diferença concreta na trajetória profissional.
“Não estamos falando apenas de conseguir uma ocupação, mas de avançar na carreira, ampliar a renda e encontrar espaço para atuar na área escolhida. Para as instituições de educação superior, acompanhar esse percurso é fundamental porque nos permite entender com mais precisão o impacto da formação na vida dos egressos e onde ainda precisamos avançar”, afirma.
Leia Mais
Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp















