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Prisão de Maduro pelos EUA: o veredicto após 2 h de reunião de emergência dos países latinos e do Caribe

Reunião termina sem um comunicado oficial; posição de alguns países, como Argentina, dificultam consenso no grupo

R7 Planalto|Edis Henrique Peres e Jaqueline Frizon, do R7 e da RECORD, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Reunião emergencial da Celac terminou sem consenso sobre a prisão de Nicolás Maduro.
  • Posições divergentes, especialmente da Argentina, dificultaram a elaboração de um comunicado oficial.
  • O Brasil condenou a ação dos EUA, classificada como uma "afronta gravíssima" pelo presidente Lula.
  • Quatro presidentes latino-americanos manifestaram apoio à prisão de Maduro e a Donald Trump.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Maduro foi preso em operação comandada por Trump na madrugada desse sábado (3) Montagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil – 30.5.2023 e Daniel Torok/The Official White House – 24.12.2025

Após duas horas de reunião emergencial na tarde deste domingo (4) para tratar sobre a situação da Venezuela e a prisão de Nicolás Maduro, a Celac (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos) terminou o encontro de ministros sem um comunicado oficial dos países participantes.

Segundo interlocutores ouvidos, a opinião de líderes que apoiam o presidente americano, Donald Trump — como o presidente da Argentina, Javier Milei — dificulta a construção de um consenso na comunidade latina.


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No encontro desta tarde, cada país manifestou a sua posição. A do Brasil, apresentada pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, seguiu o que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou ainda no sábado (3), condenando os ataques e classificando a ação dos EUA como uma “afronta gravíssima”.

O ministro brasileiro, no entanto, não se ateve apenas a conversas dentro da Celac. Neste domingo, Vieira conversou também com os chanceleres do México, Uruguai e da França, além de representantes da União Europeia para política externa.


Países latinos que apoiam Trump

Após a ação de Donald Trump que culminou na prisão de Nicolás Maduro, quatro presidentes da América Latina e do Caribe manifestaram apoio ao americano: Javier Milei, da Argentina; Daniel Noboa, do Equador; Nayib Bukele, de El Salvador, e Rodrigo Chave, da Costa Rica.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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