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Proposta de redução da maioridade penal na PEC da Segurança divide PT, que decide abortar a ideia

Ideia era atrair eleitor preocupado com o tema; medida, no entanto, não é consenso no partido

R7 Planalto|Amanda Garcia, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Camilo Santana, líder do PT no Senado, desistiu de propor a redução da maioridade penal na PEC da Segurança Pública.
  • A proposta previa a redução da maioridade penal para 16 anos em casos de crimes hediondos.
  • A iniciativa buscava atrair eleitores preocupados com segurança pública, mas não é consenso dentro do PT.
  • O partido planeja discutir o assunto em outro momento para não afetar a votação da PEC da Segurança Pública.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Camilo Santana é porta-voz da campanha de Lula ADRIANO MACHADO/REUTERS

A ideia de propor uma emenda para reduzir a maioridade penal na PEC da Segurança Pública, prevista para ser votada nesta quinta-feira (15), rachou o PT, que se movimentou para abortar a proposta. Apesar disso, o líder do PT no Senado, Camilo Santana (PT-CE), decidiu oficializar a emenda no Senado.

O texto prevê redução para 16 anos em casos de crimes hediondos, conforme mostrou a R7 Planalto ontem. O tema, porém, é criticado no PT, que historicamente se posiciona contra a redução da maioridade penal. Segundo a líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PE), a ideia é discutir o tema em outro momento “com calma”, sem contaminar a PEC da Segurança Pública, que deve ser votada hoje.

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A iniciativa buscava atrair eleitores favoráveis à medida em um cenário em que a segurança pública aparece nas pesquisas como uma das prioridades do eleitorado para as eleições de 2026.

A tentativa era esvaziar a pauta do bolsonarismo, que apresentou emenda que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos e estabelece a responsabilização penal a partir dos 14 anos para crimes hediondos, tortura, tráfico de drogas, terrorismo e participação em organizações ou associações criminosas, além de outros crimes definidos em lei.

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Novo Ministério

Houve a tentativa de adiar a votação da PEC para a semana que vem. O entorno de Lula, entretanto, pediu para que o texto fosse apreciado nesta quinta. Isso porque a intenção do presidente é criar o Ministério da Segurança Pública na semana que vem, véspera do segundo turno.

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