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Rivais de Arruda preparam pedidos de impugnação de candidatura

Há expectativa de que o nome seja questionado na Justiça Eleitoral ainda em agosto

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Rivais de José Roberto Arruda preveem pedidos de impugnação de sua candidatura ao governo do Distrito Federal.
  • Os questionamentos devem ser apresentados à Justiça Eleitoral ainda em agosto, após o prazo final para registros.
  • A candidatura de Arruda pode pressionar o STF a decidir sobre o prazo de inelegibilidade da Lei da Ficha Limpa.
  • O Congresso reduziu o prazo de inelegibilidade de dez para oito anos, mas a mudança aguarda decisão do STF.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ex-governador do DF, Arruda tenta nova eleição em 2026
Condenado pela Lei da Ficha Limpa, ex-governador do DF tenta nova eleição pelo PSD Reprodução/Flickr José Roberto Arruda - 08.06.2026

Rivais do ex-governador José Roberto Arruda (PSD) preparam pedidos de impugnação ao registro de candidatura apresentado por ele ao governo do Distrito Federal.

A avaliação entre campanhas adversárias, segundo relatos ao R7 Planalto, é que os questionamentos à candidatura sejam apresentados à Justiça Eleitoral ainda em agosto. Os desdobramentos são esperados após o dia 15, prazo final para registros.


Campanhas também consideram a chance de que um novo questionamento ligado à candidatura de Arruda pressione o STF (Supremo Tribunal Federal) a definir o prazo de inelegibilidade previsto na Lei da Ficha Limpa.

Políticos condenados por corrupção são enquadrados na Lei da Ficha Limpa, que prevê uma penalidade para participação em campanha. Originalmente, a legislação previa o impedimento de disputar uma eleição por dez anos, mas o Congresso reduziu esse período para oito anos. Nesse cenário, Arruda está elegível.


A redução do prazo, no entanto, foi questionada na Justiça e aguarda decisão definitiva do STF. Até o momento, dois ministros votaram pela manutenção do afastamento em dez anos, mas o julgamento foi suspenso. Oito ministros ainda precisam votar.

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