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SP é único estado que não usa sistema de alertas de crianças desaparecidas nas redes sociais

Governo paulista disse estar em tratativas para aderir à ferramenta, mas reforça ter um dos bancos de dados mais completos do país

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • São Paulo é o único estado que não utiliza o sistema de alertas Amber Alerts para crianças desaparecidas.
  • A ferramenta, implementada por um acordo entre o Ministério da Justiça e a Meta, envia alertas rápidos nas redes sociais.
  • A Secretaria de Segurança Pública de SP afirma que está em tratativas para aderir à plataforma, destacando um banco de dados completo.
  • Desde 2019, SP compartilha dados de desaparecidos com o ministério e, em 2025, começou a compartilhar ocorrências pelo Sinesp.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Governo paulista diz que está negociando com Ministério adesão ao Amber Alerts Paulo Pinto/Agência Brasil - arquivo

São Paulo é o único estado do país fora do sistema de alertas nas redes sociais que avisa sobre crianças desaparecidas. Chamado de Amber Alerts, a iniciativa é fruto de um acordo técnico assinado em agosto de 2023 pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública com a Meta, empresa responsável pelo Facebook e Instagram.

Basicamente, o sistema envia alertas rápidos para auxiliar na busca de crianças e adolescentes com menos de 18 anos desaparecidos ou sequestrados e com risco iminente de morte ou lesão corporal. A ferramenta funciona a partir da divulgação de fotos das vítimas nas redes sociais em um raio de 160 quilômetros do local do desaparecimento.


Questionada sobre a não adesão à ferramenta, que ajudou, segundo o Ministério da Justiça, a encontrar sete crianças desde 2023, a Secretaria de Segurança Pública do estado disse que está em tratativas para aderir ao programa.

“A adesão à plataforma Amber Alert Brasil está em tratativas com o Ministério da Justiça, para que a proposta atenda plenamente as particularidades do estado. Vale ressaltar que São Paulo dispõe de um dos bancos de dados mais completos do país, com acesso disponível a todas as delegacias e emissão imediata de alertas após o registro de desaparecimento”, disse.


A Secretaria acrescentou que o “estado de São Paulo compartilha, desde 2019, dados de registros de pessoas desaparecidas com o Ministério da Justiça e de Segurança Pública”.

“No início de 2025 passou a compartilhar, também, a integralidade das ocorrências dessa natureza por meio da plataforma Sinesp (Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública)”, finaliza.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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