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Biofábrica em Curitiba combate doenças com mosquitos modificados

Wolbachia reduz transmissão de dengue, zika e chikungunya no Brasil

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Mosquitos artificiais: nova técnica promete combater em massa o contágio do Aedes Aegypti
Mosquitos artificiais: nova técnica promete combater em massa o contágio do Aedes Aegypti

A cidade de Curitiba inaugurou uma biofábrica destinada à produção de mosquitos modificados para combater doenças como dengue, zika e chikungunya. A técnica, desenvolvida pela empresa Wolbito, utiliza a bactéria Wolbachia para reduzir a capacidade de transmissão do Aedes aegypti.

O método Wolbachia foi inicialmente descoberto na Austrália e já está em uso em diversos países, incluindo o Brasil, onde foi testado em 11 municípios. Segundo Luciano Moreira, diretor-presidente da Wolbito, os testes em Niterói mostraram uma redução de 70% nos casos de dengue. A técnica consiste em introduzir a bactéria no mosquito, bloqueando a transmissão dos vírus.


A biofábrica em Curitiba tem capacidade para produzir 100 milhões de ovos de mosquito por semana, com a meta de proteger cerca de 14 milhões de pessoas anualmente. Os mosquitos modificados são liberados para cruzar com a população local, substituindo os insetos que transmitem doenças.

A Wolbachia é uma bactéria comum, presente em 60% dos insetos na natureza, e não representa risco ao meio ambiente ou à saúde humana. O método é complementar às estratégias tradicionais de combate ao Aedes aegypti, como a eliminação de criadouros.


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