Impacto das tarifas dos EUA no café brasileiro: diálogo é crucial
ABAG ressalta a importância do café nos EUA e a necessidade de negociação
Record News Rural|Ri7a, a inteligência artificial do R7
RESUMO DA NOTÍCIA

Ingo Plöger, vice-presidente da ABAG (Associação Brasileira do Agronegócio), discutiu em entrevista ao RECORD News Rural os impactos das tarifas impostas pelos Estados Unidos ao café brasileiro. Ele reforça a importância do diálogo entre os países para mitigar os efeitos econômicos dessas medidas.
Os Estados Unidos não produzem café, importando-o de países como Brasil, Colômbia e Vietnã. Plöger destaca que a aplicação de uma tarifa de 50% ao café brasileiro, comparada a taxas menores para outros países, pode desviar o comércio sem beneficiar amplamente os EUA. O consumo significativo de café pelos americanos sugere que uma harmonização das taxas seja provável.
Além disso, a crescente demanda por café na China apresenta uma perspectiva positiva a longo prazo, apesar da redução esperada nos preços devido à volatilidade do mercado. A mudança nos hábitos de consumo chineses, incorporando o café em novas combinações de bebidas, pode manter a demanda estável e beneficiar o mercado brasileiro mesmo diante dos desafios tarifários atuais.
Assista ao vídeo - Donald Trump não quer lidar com possíveis impactos da taxação do café, diz presidente da Abag
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