Potencial das Laranjeiras no Combate às Mudanças Climáticas
Cinturão citrícola de SP e MG remove milhões de toneladas de carbono anualmente
Record News Rural|Ri7a, a inteligência artificial do R7

Um estudo realizado pela Embrapa em parceria com o Funde Citrus revelou que o cinturão citrícola, abrangendo o interior de São Paulo e sul de Minas Gerais, remove cerca de duas toneladas de carbono por hectare anualmente. Este cinturão é a maior área produtora de frutas cítricas do mundo.
A pesquisa identificou que cada laranjeira fixa aproximadamente 4,28 quilos de carbono por ano, neutralizando as emissões médias de gases de efeito estufa de um brasileiro por dez dias. O levantamento foi realizado em oito pomares comerciais, analisando diferentes idades e variedades das laranjeiras.
Os pesquisadores coletaram dados sobre o peso seco e úmido das partes das plantas para calcular o carbono armazenado. Utilizando equações matemáticas aplicadas a dados de mais de 1.300 árvores, eles extrapolaram os resultados para toda a área produtiva.
Além das laranjeiras, áreas de vegetação nativa nas fazendas também contribuem significativamente para o sequestro de carbono. O estudo destaca que essas áreas complementares ajudam a estocar um total de 36 milhões de toneladas de carbono, desempenhando um papel crucial na mitigação das mudanças climáticas.
Assista ao vídeo - Cada pé de laranja pode neutralizar até dez dias de emissões de um brasileiro, aponta Embrapa
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