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Acusados de matar congolês em quiosque no Rio serão julgados em março

Moïse Kabagambe foi espancado até a morte em 2022

Rio de Janeiro|Da Agência Brasil

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Moïse foi morto após ter cobrado o pagamento atrasado, segundo a família RECORD

O TJRJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro) marcou para o dia 13 de março o julgamento dos réus acusados de assassinar o congolês Moïse Kabagambe em um quiosque na Barra da Tijuca. O júri popular está previsto para as 11h no Tribunal do Júri.

O crime foi cometido em 24 de janeiro de 2022, por volta de 21h30, de acordo com a denúncia oferecida pelo MPRJ (Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro). A família de Moïse diz que ele foi espancado até a morte depois de ter cobrado um pagamento atrasado.


Fabio Pirineus da Silva e Aleson Cristiano de Oliveira Fonseca vão responder por homicídio qualificado, de acordo com os artigos 121, parágrafo 2º, do Código Penal. Brendon Alexander Luiz da Silva, que também responde pelo crime, ainda não teve o julgamento marcado.

Segundo o MPRJ, o trio cometeu homicídio com crueldade e tratou Moïse como se fosse “um animal peçonhento”, desferindo golpes com um taco de beisebol, socos, chutes e tapas. Ainda de acordo com a denúncia, o crime foi praticado por motivo fútil, decorrente de uma discussão, e foi utilizado recurso que impossibilitou a defesa da vítima, já que o jovem foi derrubado e imobilizado enquanto era espancado e depois teve os pés e as mãos amarrados.

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