Após assembleia, professores da rede pública decidem manter greve no Rio
Categoria vai fazer passeata até a Candelária na tarde desta quinta-feira
Rio de Janeiro|Do R7

Após assembleia realizada na tarde desta quinta-feira (5), professores das redes estadual e municipal do Rio de Janeiro decidiram manter a greve unificada da categoria iniciada em 12 de maio. O encontro foi realizado no pátio do MEC (Ministério da Educação) no centro do Rio e, de acordo com o Sepe (Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação), a categoria deve seguir em passeata até a Candelária.
A presidente do Tribunal de Justiça do Rio, desembargadora Leila Mariano, presidiu, na terça-feira (3), uma audiência de reconciliação entre representantes do sindicato e do Estado. Os grevistas ouviram do governo do Rio que será encaminhado à Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), até o dia 30 deste mês, um projeto de lei com itens relacionados à campanha salarial da categoria.
Na reunião, os profissionais de educação se encontraram com o subsecretário de Gestão da Prefeitura, Paulo Figueiredo, para apresentar a documentação solicitada pela Secretaria Municipal do Rio de Janeiro. Entre as principais reivindicações, os professores requerem 20% de aumento.
Os professores lamentaram a ausência de Helena Bomeny, representante direta da Secretaria Municipal de Educação, na reunião no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, e pediram para que ela estivesse presente no próximo encontro no TJ-RJ, em data a ser definida.
Com relação ao anúncio do corte do ponto dos professores, o Sepe afirmou, em seu site oficial, que “se trata de um mecanismo do governo para reprimir o movimento dos professores do município, em greve unificada com a rede estadual desde 12 de maio”.















