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Após denúncias sobre demora em atendimentos, Inca passa por vistoria no Rio

Por falta de médicos, pacientes esperavam três meses para iniciar tratamento de câncer

Rio de Janeiro|Do R7

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Defensoria Pública da União esteve no Inca para apurar denuncias de demora nos tratamentos de câncer
Defensoria Pública da União esteve no Inca para apurar denuncias de demora nos tratamentos de câncer

A Defensoria Pública da União esteve no Inca (Instituto Nacional do Câncer), no centro do Rio, na manhã desta segunda-feira (30) para apurar a denúncia de demora no início do tratamento do câncer. De acordo com uma lei criada em 2012, o tratamento do paciente com a doença deveria começar em até 60 dias após o diagnóstico, mas, no Inca, a espera já chegou a três meses.

Atualmente, o Instituto — que é referência no tratamento do câncer — firmou parceria com uma fundação de apoio, que permitiu o aumento no número de médicos e diminuiu a espera para 45 dias. Porém, o contrato com a fundação acaba em dezembro e cerca de 600 profissionais vão deixar a unidade.


O defensor público federal Daniel Macedo defende que para melhorar o quadro é preciso realizar um concurso público. Mas o diretor do Inca diz que o concurso que abriria vaga para 583 profissionais não seria suficiente, já que o Inca precisaria de mais 900 médicos. O defensor público propôs uma ação civil pública para a contratação temporária.

Veja a reportagem:

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