Logo R7.com
RecordPlus

Após invasão, Alerj tem reforço no policiamento e servidores organizam novo protesto

Prédio da Assembleia passou por reparos e limpeza nesta quarta-feira (9)

Rio de Janeiro|Do R7

  • Google News
Policiais Militares reforçaram segurança na escadaria da Assembleia
Policiais Militares reforçaram segurança na escadaria da Assembleia

A Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro) passou por reparos e limpeza na manhã desta quarta-feira (9), além de ter tido seu policiamento reforçado, após um grupo de servidores invadirem o prédio da Assembleia ontem. Os manifestantes são contra o pacote de redução de gastos do governo estadual, que prevê desconto de 30% dos salários dos servidores, entre outras medidas que pretendem melhorar a situação fiscal do Rio.

Como houveram danos ao prédio da Assembleia, a Polícia Civil abriu uma investigação para identificar suspeitos de cometer crime de dano ao patrimônio.


Por meio de nota, o presidente da Alerj, Jorge Picciani (PMDB), disse que "os prejuízos causados ao patrimônio público serão registrados e encaminhados à polícia para a responsabilização dos culpados". Picciani repudia o ato e o define como "um caso de polícia e de justiça".

Em Brasília, o governador Luiz Fernando Pezão também criticou o protesto. Além de criticar a invasão, Pezão voltou a defender o conjunto de medidas de austeridade, que envolve descontos de 30% dos salários de servidores para contribuição com a previdência, extinção de programas sociais e aumento de impostos.


— O que ocorreu na Alerj é lamentável. É caso de polícia. Nós estamos tomando essas medidas para o Estado ter capacidade de investir. É meu dever cuidar dos 470 mil funcionários ativos e inativos, mas tenho que olhar também para as 16 milhões de pessoas que querem mais segurança, que querem mais escola, que querem mais saúde. Tudo que a gente arrecada hoje é quase somente para pagar o funcionalismo. Eu não quero demitir ninguém. Para isso tivemos que rever a contribuição previdenciária.

Os servidores marcaram um novo protesto para o começo desta tarde, às 14h.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.