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Após morte de funcionário do Afroreggae, Mangueira tem reforço policial e escola fechada

O corpo de Tuchinha, que chefiou o tráfico nos anos 80, foi encontrado na comunidade

Rio de Janeiro|Do R7

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Policiais militares reforçaram o policiamento na Mangueira
Policiais militares reforçaram o policiamento na Mangueira

O policiamento na Mangueira e imediações, na zona norte do Rio de Janeiro, foi reforçado nesta quarta-feira (3), um dia após o corpo de Francisco Testas Monteiro, conhecido como Tuchinha, ter sido encontrado na comunidade. Ele chefiava a venda de drogas na Mangueira na década de 80 e passou 21 anos preso. O enterro acontece na tarde de hoje.

Estabelecimentos comerciais amanheceram fechados e cerca de 600 alunos do Ciep 241 - Nação Mangueirense ficaram sem aula. Segundo a Secretaria Estadual de Educação, as aulas foram suspensas para garantiur a integridade dos estudantes, professores e funcionários. Já a Secretaria Municipal de Educação informou que as escolas da região estão abertas e que, uma delas, teve baixa frequência de alunos.


Tuchinha

Em 2011, beneficiado pelo regime semiaberto, Monteiro passou a trabalhar como assessor do coordenador da ONG Afroreggae, ajudando os jovens de comunidades do Rio a afastá-los das drogas.


José Junior, coordenador da ONG, lamentou a morte do companheiro pelo Twitter: “Acabei de ser informado que o Francisco Testas Monteiro - Tuchinha foi assassinado na rua da Prata na Mangueira. Estamos muito mal!”.

O corpo de Tuchinha foi enterrado na tarde desta quarta-feira (3) no cemitério São João Batista, na zona sul do Rio.

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