Ativistas fazem festival cultural contra a Copa do Mundo
Grupo promete novas manifestações no Complexo do Alemão e da Maré
Rio de Janeiro|Da Agência Brasil

A divulgação do evento aconteceu por meio das mídias sociais e a organização coube à FIP (Frente Independente Popular), grupo que agrega diversos movimentos, coletivos e organizações, desde os protestos de junho de 2013.
Integrante da FIP, André Lemos ressaltou que o festival “é um grande encontro da arte combativa independente do Rio de Janeiro, para fazer um grito popular e cultural do 'Não vai ter Copa'". — Somos contra essa Copa e queremos falar o que nos indigna, em forma de música, de poesia, de teatro. Queremos mostrar que nós só combatemos quando somos atacados. É um grito pacífico. Segundo Lemos, que trabalha como artista de teatro, não há mais como impedir a realização da Copa, mas haverá dificuldades. — Será uma Copa sem ônibus, sem professores, sem avião. Será um transtorno total e o mundo vai ver isso. Ele acrescenta que outras manifestações culturais devem acontecer nas ruas do Rio nas próximas semanas, inclusive em comunidades ocupadas pela polícia, como no Complexo do Alemão e no Complexo da Maré.















