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“Caí quatros vezes e fiquei sem socorro durante uma hora e meia”, diz mulher pisoteada em arrastão no trem

Andreia sofreu uma luxação no braço, uma fratura no pé e duas lesões na coluna

Rio de Janeiro|Do R7

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"Eu estou tomando morfina. Eu me sinto um lixo. Nós não temos nenhuma segurança" diz Andrea Chagas
"Eu estou tomando morfina. Eu me sinto um lixo. Nós não temos nenhuma segurança" diz Andrea Chagas

Uma mulher foi empurrada e pisoteada em um trem da SuperVia na estação Praça da Bandeira, zona norte, durante um arrastão. Andrea Chagas levou quatro tombos e esperou mais de uma hora para o serviço médico dos Bombeiros chegar. Ela tem degeneração óssea e, duas semanas depois da queda no trem, ainda sofre as dores de uma luxação no braço, uma fratura no pé e duas lesões na coluna.

— Eu vi um monte de gente vindo para cima de mim. Caí quatros vezes e fiquei sem socorro durante uma hora e meia, só com a ajuda das pessoas mesmo. Eu sinto muita dor. Eu estou tomando morfina. Eu me sinto um lixo. Nós não temos nenhuma segurança.


Depois de esperar a chegada dos bombeiros deitada na plataforma, Andreia não pode ser socorrida em uma maca. Só havia espaço para os agentes do Corpo de Bombeiros entrarem com uma cadeira de rodas.

A confusão no trem teria começado quando dois homens começaram a discutir e um deles sacou uma arma. Os passageiros começaram a correr e alguns aproveitaram para fazer um arrastão.

Assista ao vídeo:

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