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Caso brigadeirão: Justiça retoma julgamento e ouve novas testemunhas nesta segunda (30)

Após os depoimentos, a expectativa é pelo interrogatório das rés Julia Pimenta e Suyany Breschak

Rio de Janeiro|Do R7

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A polícia indiciou, nesta sexta-feira (12), seis pessoas envolvidas no caso da morte do empresário Luiz Marcelo Antonio Ormon com um brigadeirão envenenado, no Rio de Janeiro. Entre elas estão a namorada da vítima, Julia Pimenta, e a cigana Suyany Breschak — que já estão presas. As duas devem responder por homicídio por motivo torpe com emprego de veneno e com uso de traição ou emboscada, associação criminosa, estelionato, fraude processual e outros crimes.
Empresário foi morto com brigadeirão envenenado Reprodução Record

A Justiça retoma nesta segunda-feira (30) o julgamento das rés pela morte do empresário Luiz Marcelo Ormond. A ex-namorada Julia Pimenta e a cigana Suyany Breschak são acusadas de cometerem o crime com um brigadeirão envenenado.

A audiência na 4ª Vara Criminal da Capital do TJRJ (Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro), marcada para começar às 10h, deve ouvir novas testemunhas. Ao menos quatro pessoas foram intimadas a depor.


Após as oitivas, a expectativa é pelo interrogatório das acusadas — ainda sem data confirmada. As duas estão presas preventivamente desde o ano passado e respondem por homicídio triplamente qualificado.

O crime aconteceu em 2024. De acordo com as investigações, Julia, então namorada do empresário, teria executado o plano arquitetado por Suyany.


O corpo de Luiz Marcelo foi encontrado do apartamento onde a vítima morava no bairro Engenho Novo, na zona norte do Rio. Segundo as investigações, ele morreu após comer um brigadeirão que teria sido preparado com medicamentos controlados e oferecido por Julia.

Um exame de necrópsia no cadáver encontrou um líquido achocolatado no estômago. A perícia apontou a presença de morfina e de um remédio tranquilizante.


Para a polícia, a motivação do crime foi financeira. Julia teria uma suposta dívida de R$ 600 mil com a cigana. Após o crime, a polícia descobriu que bens do empresário foram furtados e vendidos para pagar parte do valor.

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