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Caso Juan: PMs acusados da morte devem ser interrogados nesta quarta em júri popular

No terceiro dia de julgamento, testemunhas de defesa também devem depor

Rio de Janeiro|Do R7

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O menino Juan morreu em 2011 após ser baleado no pescoço em favela de Nova Iguaçu
O menino Juan morreu em 2011 após ser baleado no pescoço em favela de Nova Iguaçu

As testemunhas de defesa serão ouvidas na tarde desta quarta-feira (11) durante o terceiro dia do julgamento dos quatros acusados de assassinar o menino Juan Moraes, de 11 anos, em 2011. A expectativa é de que Isaías Souza do Carmo, Edilberto Barros do Nascimento, Ubirani Soares e Rubens da Silva sejam interrogados nesta quarta na 4ª Vara Criminal de Nova Iguaçu, Baixada Fluminense, segundo informou a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça do Rio.

A audiência começou às 11h15. Por volta das 13h, a segunda testemunha da defesa, o coronel Sérgio Luís Mendes, do 20º BPM (Mesquita) prestava depoimento. O julgamento está previsto para terminar na quinta-feira (12).


Juan foi baleado após sair da casa de um amigo, na favela Danon, em Nova Iguaçu. O crime aconteceu no dia 20 de junho. Os PMs também são acusados de ocultar o corpo de Juan, que foi encontrado um mês depois do crime, às margens do rio Botas, em Belford Roxo, também na baixada.

Na terça (10), o segundo dia da audiência começou com uma hora e meia de atrasos e sete testemunhas prestaram depoimentos sobre o caso. O delegado responsável pela conclusão das investigações da morte de Juan, Ricardo Barbosa, foi testemunha convocada pela Promotoria. Durante o depoimento, Barbosa descartou a possibilidade de confronto entre PMs e traficantes da favela, hipótese defendida pelos acusados.

Se condenados, os policias podem pegar de 12 a 30 anos de prisão. A pena de cada um pode chegar a 60 anos, se considerada possível condenação por ocultação de cadáver.

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