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Comlurb remove 37,4 toneladas de peixes mortos da Lagoa Rodrigo de Freitas, em 7 dias 

Peixes começaram a aparecer mortos na quinta-feira (9) 

Rio de Janeiro|Do R7

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Mortandade é resultado das chuvas recentes na cidade do Rio
Mortandade é resultado das chuvas recentes na cidade do Rio

A Comlurb informou por meio de nota, nesta quarta-feira (15), que até agora foram removidos cerca de 37,4 toneladas de peixes na Lagoa Rodrigo de Freitas, zona sul do Rio. Esse trabalho vem sendo feito desde a última quinta-feira (9). Segundo a companhia, uma equipe com 62 garis por turno foi mobilizada para atuar na retirada dos peixes mortos.

Ainda segundo a Comlurb, desse efetivo, 50 trabalham no entorno, quatro utilizando o pulverizador com essência de eucalipto, e 12 garis trabalham embarcados em dois catamarãs. A empresa também informou que os trabalhos na área continuam até mortandade ser cessada.


Na segunda-feira (14), a Secretária Municipal do Meio Ambiente informou que a mortandade é resultado das chuvas recentes na cidade, que geraram uma alta variação de temperatura na água e um aumento no nível do oxigênio dissolvido. Os peixes coletados são da espécie Savelha, conhecida pela alta sensibilidade à variações ambientais.

O órgão também informou que, embora os índices de concentração atuais sejam considerados dentro dos padrões naturais (o oxigênio passou dos 8 mg/L normais para 10.9 mg/L com 50 cm de níve da água), a bandeira vermelha está hasteada no local. A situação deve continuar por mais alguns dias. Segundo a secretaria, as chuvas que ocorreram na semana passada e a ressaca do mar possibilitaram uma grande entrada de água na lagoa, o que gerou um choque térmico. A variação de temperatura foi de até menos 4°C em pouco espaço de tempo.

As equipes da secretaria, em conjunto com agentes da Comlurb e da Rio Águas monitoram a lagoa.

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