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Corpo de líder comunitário do Complexo do Alemão é enterrado no Rio

Guinha foi morto a tiros na comunidade; vingança pode ter motivado crime

Rio de Janeiro|Do R7 com Rede Record

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Guinha ficou conhecido por defender os direitos dos homossexuais
Guinha ficou conhecido por defender os direitos dos homossexuais

O corpo do líder comunitário Luiz Antônio de Moura, de 41 anos, foi sepultado na tarde deste domingo (21), no cemitério de Inhaúma, zona norte do Rio. Guinha, como era cohecido, foi morto a tiros em frente ao Casarão da Cultura, na rua 2, no Complexo do Alemão, zona norte do Rio, neste sábado (20).

O caso está sendo investigado pela DH (Divisão de Homicídios) e não está descartada a possibilidade do crime ter sido cometido por vingança, já que na semana passada Guinha teria expulsado traficantes de uma festa no Complexo do Alemão. A confusão teria gerado uma briga.


No último sábado (20), o líder comunitário foi atingido por disparos feitos por criminosos, que estavam dentro de um carro, e fugiram. De acordo com a coordenadoria das UPPs (Unidade de Polícia Pacificadora), quando policiais da UPP da Fazendinha chegaram ao local do crime, Guinha já estava morto.

Outra vítima, Leonardo Garcia dos Santos da Silva, de 18 anos, foi ferido no braço e socorrido por moradores. Ele foi encaminhado para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha, zona norte do Rio.

Nas redes sociais, amigos de Guinha lamentaram a morte do ativista. Ele era presidente da associação de moradores do Conjunto das Casinhas, no Complexo do Alemão, e também conhecido por defender os direitos dos homossexuais na comunidade. 

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