Dançarino foi morto com 12 facadas na baixada, diz laudo; veja últimas imagens da vítima
Parentes de Adriano Pereira da Silva acreditam que homofobia tenha motivado crime
Rio de Janeiro|Do R7

O dançarino Adriano da Silva Pereira, conhecido como Adriano Cor, foi assassinado com 12 facadas e sofreu muitas agressões no rosto, segundo laudo da perícia. A informação foi confirmada pela DHBF (Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense) nesta quinta-feira (23). O crime aconteceu no último dia 6.
De acordo com Paulo André, delegado-assistente da DHBF, duas hipóteses ainda são consideradas: crime de ódio ou passional. Já os parentes do dançarino acreditam que a motivação tenha sido homofobia.
Os investigadores tiveram acesso a um vídeo que mostra Adriano no centro de Nova Iguaçu, momentos antes do crime (veja o vídeo abaixo). Segundo o delegado, ele foi visto pela última vez caminhando sozinho.
Quem tiver informações sobre o caso, pode ligar para o Disque-Denúncia (0xx21 2253-1177).
Relembre o caso
O corpo de Adriano da Silva Pereira, conhecido como Adriano Cor, foi encontrado com sinais de violência num valão em Nova Iguaçu, na segunda-feira (6). O rapaz estava desaparecido desde domingo (5), quando saiu de casa no bairro Santa Maria, em Belford Roxo.
Após o crime, o delegado titular da DHBF, Fábio Cardoso, afirmou que havia indícios de que o assassinato do dançarino tinha sido "um crime de ódio". A hipótese tinha como base os tipos de lesão no corpo (facadas e agressões).
Adriano era dançarino e ator, integrante do grupo de maracatu Tambores de Olokun e trabalhava no Brechó da Dona Pavão. Na segunda (6), ele começaria em um novo emprego na cozinha de um restaurante na capital.
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