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Depredação na Alerj: polícia investiga dano ao patrimônio e tenta identificar suspeitos

Sala da vice-presidência da Casa foi depredada em ato contra pacote de Pezão

Rio de Janeiro|Do R7

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Sala de vice-presidência foi depredada
Sala de vice-presidência foi depredada

A 1ª Delegacia de Polícia (Praça Mauá) investiga o crime de dano ao patrimônio público ocorrido durante protesto na tarde desta terça-feira (8) na Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro).

O inquérito foi instaurado hoje após manifestantes tomarem por quase três horas o plenário da Casa e depredarem a sala da vice-presidência.


Segundo informou a Alerj, além de verificar os estragos causados, uma equipe de policiais civis recolheu imagens dos manifestantes. Segundo balanço preliminar da Subdiretoria-Geral de Segurança da Alerj, além da sala da vice-presidência, que foi depredada, diversas portas do Palácio Tiradentes, incluindo a porta principal, foram danificadas. No plenário, o vidro da bancada da presidência foi danificado, três armários foram arrombados e forros de cadeiras foram arrancados. Além disso, quatro microfones sumiram.

Segundo a Polícia Civil, diligências estão em andamento para identificar os autores e a extensão dos danos causados. Perícia está sendo realizada.


Após servidores contra o pacote de medidas de austeridade terem ocupado o plenário da Alerj e depredado a sala, o presidente da Casa, Jorge Picciani (PMDB), disse que o ato não impedirá o funcionamento do Parlamento. Segundo ele, os prejuízos serão encaminhados à polícia para a responsabilização dos culpados.

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Picciani disse, por meio de nota, que "a invasão do plenário da Alerj é um crime e uma afronta ao estado democrático de direito sem precedentes na história política brasileira e deve ser repudiado. Esse é um caso de polícia e de justiça".

Os servidores que fizeram o protesto pedem a suspensão da tramitação dos 22 projetos de lei incluídos no pacote do governador Luiz Fernando Pezão. Por sua vez, o presidente da Alerj informou que as propostas do Executivo fluminense começarão a ser discutidas no próximo dia 16. Além do arquivamento dos projetos, os servidores defendem o impeachment de Pezão.

Assista à reportagem:

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