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Deputada da Alerj teme que obras do Novo Guandu atrasem devido as prisões de conselheiros do TCE

Tribunal de Contas do Estado informou que processo está sendo analisado pelo Ministério Público

Rio de Janeiro|Do R7

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Deputada Lucinha diz que obras do Novo Guandu podem atrasar devido operação da Polícia Federal
Deputada Lucinha diz que obras do Novo Guandu podem atrasar devido operação da Polícia Federal

A deputada Lucinha (PSDB), vice-presidente da Comissão de Saneamento Ambiental da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), convocou o colegiado para criar uma força-tarefa que atue junto ao TCE-RJ (Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro) e evite o atraso de obras da Companhia Estadual de Águas e Esgoto (Cedae) que dependem de aval dos conselheiros do órgão. O assunto foi discutido, nesta quarta-feira (29), em reunião realizada, no Palácio Tiradentes, sede da Alerj, para ouvir o presidente da Cedae, Jorge Briard. Uma dessas obras é a construção da nova estação do Guandu.

— Agora, a preocupação é que, com a prisão de cinco conselheiros do TCE, o novo Guandu não saia do papel tão cedo, afirmou Lucinha.


Parte de um empréstimo de R$ 3,4 bilhões aprovados pela Alerj e contraídos com a Caixa Econômica Federal para melhorar o abastecimento na Baixada Fluminense, o reservatório terá capacidade para armazenar 57 milhões de litros de água. De acordo com o diretor de Engenharia da Cedae, Humberto de Mello Filho, representante de Briard na reunião, uma minuta do projeto de construção do Novo Guandu foi enviada para a análise do TCE há 15 dias.

— Depois dessa análise, o Tribunal dá o ‘ok’ para que o edital de licitação seja elaborado. Sem essa aprovação, o edital não sai e a obra não tem condições de ser iniciada, comentou Mello Júnior.


Procurada pelo R7 a assessoria do TCE informou que não se pode fazer previsões ainda sobre isso. Segundo foi informado, o processo já passou pela análise do corpo instrutivo e agora segue em estudo no Ministério Público Especial do tribunal. De acordo com a assessoria, o processo tem seguido o tempo regular de análise e que a última fase é a sessão deliberativa dos conselheiros, no entanto, até chegar a essa instância, o projeto deve ainda passar pelo conselheiro relator do processo, que ainda não foi sorteado. O TCE afirmou ainda que o tribunal aguarda os desdobramentos da Operação Quinto do Ouro, assim como, a divulgação de um estudo da Procuradoria Geral, em que é analisado a possibilidade de alterar o regimento interno para realizar a substituição dos quatro conselheiros presos por auditores do tribunal.

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