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Dono de restaurante é baleado em tentativa de assalto após sacar pagamento de funcionários

Dono da galeteria Viva Flor foi atingido por homem que pilotava motocicleta em Copacabana

Rio de Janeiro|Do R7, com Rede Record

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O dono do restaurante Viva Flor, em Copacabana, foi ferido durante uma tentativa de "saidinha de banco" nesta sexta (6). Segundo a delegacia de Copacabana (12ª DP), Ricardo Costa Flores havia sacado o dinheiro referente ao pagamento dos funcionários quando foi abordado pelo criminoso. 

Ricardo estaria sendo monitorado desde o interior da agência bancária e reagiu à abordagem. O criminoso atirou na perna de Ricardo e fugiu em uma moto. A vítima foi encaminhada para o hospital Copa D'Or e não corre risco de morte. 


Caso Guimas

No dia 17 de julho de 2014, a empresária Maria Cristina Bittencourt Mascarenhas morreu após ser perseguida por criminosos na Gávea, zona sul do Rio. Tintim, que era uma das sócias do restaurante Guimas, foi atingida por um tiro à queima roupa na cabeça depois de sacar R$ 12 mil em uma agência bancária próxima ao restaurante. 


No dia 8 de agosto daquele ano, policiais da Divisão de Homicídios da Capital apresentaram três dos cinco envolvidos no crime: são ele, Vitor Brunizzio Teixeira, de 25 anos, conhecido como Ganso; Jardel Wanderson de Oliveira Vilas Boas, de 28, e Marcos Vinicius do Nascimento Bonfim, de 21. Autor do disparo, Jardel disse que estava arrependido do crime.

— Estou arrependido. Se arrependimento matasse não estaria aqui hoje.


Na época, o então delegado da Divisão de Homicídios, Rivaldo Barbosa, condenou a falta de segurança dentro da agência bancária. Segundo ele, a exposição de Tintim dentro do banco facilitou a escolha dela por parte dos criminosos.

— Não resta dúvida que houve fragilidade na segurança daquela agência. Uma vez que é inadmissível que se separe uma sala para retirar dinheiro. Então todas as pessoas que entraram naquela sala estão sendo visualizadas e efetivamente quem sai dali é porque pegou dinheiro. Então nós temos que repensar e discutir a segurança de algumas agências bancárias. Coloca-se em risco a população, os funcionários do banco e o banco só protege o próprio dinheiro dele.

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